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Marcas, festas pós-títulos e o início da 10: por que o Monumental recebe a despedida de Messi pela Argentina

Rio de Janeiro 06/10/2026 às 05:00
Marcas, festas pós-títulos e o início da 10: por que o Monumental recebe a despedida de Messi pela Argentina
]]> Não é por acaso que a despedida de Lionel Messi da Argentina, no amistoso contra Benin, em Buenos Aires, às 20h (o Sportv transmite ao vivo), será no Monumental de Núñez. Além de ser considerado a casa da seleção, o estádio do River Plate simboliza a relação do camisa 10 com o torcedor local, marcada por altos e baixos, cobranças e alegrias. E será também onde tudo termina. Embora não seja tão associado a Messi quanto o Camp Nou, em Barcelona, e nem tenha sido palco de títulos, o Monumental tem marcas que refletem sua importância. É o quarto estádio em que ele mais atuou, com 28 jogos. Fica atrás apenas daqueles que servem de casa aos clubes pelos quais jogou: o do Barça (382 partidas); o Chase Stadium, do Inter Miami (47); e o Parc des Princes, do PSG (45). Estádios em que Messi mais jogou na carreira: Camp Nou (Barcelona): 382 partidas Chase Stadium (Fort Lauderdale): 47 Parc des Princes (Paris): 45 Monumental de Núñez (Buenos Aires): 28 Santiago Bernabéu (Madrid): 23 Diferentemente dos outros três palcos, no de Buenos Aires Messi nunca sentiu o amargor de uma derrota. Foram 22 vitórias e seis empates. Além disso, em nenhum outro ele balançou tanto as redes com a camisa da Argentina (19 gols). Números de Messi no Monumental de Núñez: 28 jogos 22 vitórias 6 empates 19 gols 11 assistências Não foi neste estádio que Messi fez sua estreia pela seleção principal (ocorreu em Budapeste, contra a Hungria). Mas foi lá onde atuou pela primeira vez diante de sua torcida, em outubro de 2005. Saiu de campo sem balançar as redes — seu gol número 1 no local sairia três anos depois, contra o Uruguai. Mas sofreu o pênalti convertido por Riquelme na vitória sobre o Peru. Com 18 anos na ocasião, Messi ainda era uma promessa e não usava a camisa 10 da seleção. Mas foi neste mesmo campo que, quatro anos depois, a usou pela primeira vez. Foi diante da Venezuela, em 2009, na estreia oficial de Diego Maradona como treinador. Simbolismo maior que este, impossível. Um ídolo passando a 10 com a qual se consagrou para aquele que, no futuro, viria a ser seu sucessor. Mas, antes disso acontecer, o Monumental ainda reservaria momentos de provação para Messi. Isso porque nem só de…
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