Major morto a tiros no Amapá já foi frentista, garçom e deixa 5 filhos: ‘vida do meu irmão não vai voltar’
Destaques28/09/2026 às 22:36
]]> Familiares e colegas de farda de major morto a tiros no Amapá pedem justiça A trajetória do major Anderson Leite Rodrigues Fernandes, de 38 anos, morto a tiros durante uma confusão com quatro policiais penais em um bar na Zona Sul de Macapá neste domingo (27), foi marcada por diferentes caminhos antes de se consolidar na vida militar. Lotado no 1º Batalhão da PM, Anderson havia sido transferido em agosto do 12º BPM, onde construiu parte de sua carreira. Ele Ingressou na corporação em 2011 e acumulava 15 anos de serviço. Antes disso, trabalhou como frentista e garçom, mas viu na farda uma oportunidade de transformar a realidade da família. O PM deixou cinco filhos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp A morte repentina comoveu colegas de farda, que se reuniram nesta segunda-feira (28) com a família em frente ao Fórum de Macapá, durante a audiência de custódia do policial penal Uzias Palmeirim. Os outros três envolvidos foram liberados. O ato foi marcado por pedidos de justiça em memória de Anderson, que havia sido sepultado horas antes na Zona Sul de Macapá. Ato foi marcado por pedidos de justiça Mariana Ferreira/g1 O g1 tenta contato com a defesa de Uzias, mas até a última atualização não obteve resposta. Hellen Fernandes, irmã do major, contou que ele decidiu seguir os passos do pai, também militar, profissão que sempre foi motivo de orgulho para a família. “Ele era humilde, atencioso e muito ligado à família, apaixonado pelas filhas e pelos irmãos. Ficamos gratos pelas manifestações e pelo apoio dos colegas de farda, porque isso mostra que a trajetória dele é motivo de orgulho”, disse Hellen. Militares de diversos batalhões se reuniram em frente ao Fórum Mariana Ferreira/g1 Hellen, a mais velha de seis irmãos, é professora no município de Amapá. No momento da morte de Anderson, estava fora da capital e descreveu o retorno como doloroso, mas marcado pela responsabilidade de apoiar a família. Ela informou que a família já contratou um advogado para acompanhar o caso. “A vida do meu irmão não vai voltar, mas queremos justiça. Muitas pessoas não conseguem controlar seus instintos e acabam destruindo famílias, principalmente crianças, como…
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