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Mais alta e mais forte, Rayssa Leal equilibra corpo e mente na busca por tri mundial no Paraguai

Esportes 16/10/2026 às 15:00
Mais alta e mais forte, Rayssa Leal equilibra corpo e mente na busca por tri mundial no Paraguai
]]> Rayssa Leal comenta evolução física nos últimos cinco anos Quando conquistou a medalha de prata nas Olimpíadas de Tóquio, em 2021, Rayssa Leal tinha 13 anos, 1,30m e 35kg. Como não poderia ser diferente, o corpo da jovem mudou bastante desde então. Agora maior de idade, a maranhense de 18 anos chega ao Mundial de skate street, em Assunção, no Paraguai, medindo 1,60m e pesando 49kg. Mais alta e mais forte, Rayssa inicia, nesta sexta-feira (16), a busca do seu terceiro título da competição da World Skate, a entidade que rege a modalidade e organiza os eventos que classificam para os Jogos Olímpicos. A também medalhista olímpica de bronze em Paris 2024 e tetracampeã da Liga Mundial de Skate estreia no Mundial de Assunção já nas quartas de final, a partir das 13h15 (de Brasília). - Fui crescendo e, com acompanhamento profissional, eu pude entender o que que estava acontecendo com o meu corpo. No ano da minha primeira Olimpíada, eu cresci 12 centímetros, aconteceu aconteceu muita mudança no meu corpo. Fui entendendo que o que eu mais preciso é fortalecer, fazer bastante academia. E cuidar bastante do meu corpo e da minha cabeça - disse Rayssa, campeã mundial em 2022 e 2024. + 4º do mundo no skate, Wallace Gabriel disputava hipismo e comprou cavalo com prêmios + Gui Khury conquista o bronze no Mundial de Skate Park; Augusto Akio fica em 4º Rayssa Leal mudou bastante o físico nos últimos cinco anos Wander Roberto/COB e Getty Images Questionada se ela sabe o quanto de massa muscular ganhou nos últimos tempos, a atleta tratou de demonstrar qual o foco dela nesse processo de mudança física: - Eu não sei, mas o meu time tem todos os dados. De verdade, eu só foco em comer, me cuidar e andar de skate. Mudou muita coisa, eu fiquei mais forte e pretendo ficar ainda mais forte. Ainda em fase de crescimento, ela ressalta uma grande mudança em relação aos tempos de Fadinha. - A única diferença é que quando eu tinha 11 anos, eu não tinha medo de nada. Eu só me jogava. Hoje, a gente tem meio que um medo criado na nossa cabeça, né? Então, a gente fica meio assim, meio apreensivo, mas tirando isso, eu me adaptei muito bem, né? Gente, está tudo bem, tudo perfeito mesmo - comentou…
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