Maioria do eleitorado, mulheres podem decidir eleição no Paraná; veja o que candidatos propõem para este público nos planos de governo
inicio23/09/2026 às 07:00
]]> TRE inicia preparação das urnas eletrônicas para as eleições no Paraná No Paraná, mais de 8,4 milhões de pessoas devem ir às urnas para escolher seus candidatos, no dia 4 de outubro, data do 1º turno das eleições gerais de 2026. Destas, 53% são mulheres, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Por serem maioria no eleitorado, as mulheres serão essenciais para escolher quem serão os candidatos eleitos ao Governo do Estado, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa do Paraná. Na última pesquisa Quaest para governador, 23% das mulheres disseram estar indecisas sobre o voto, a maior parcela de indecisos do levantamento. Dos oito candidatos ao governo estadual, apenas uma é mulher (Tayná Miessa, da Unidade Popular). Há duas mulheres concorrendo ao cargo de vice-governadora: Daiana Criminácio, do Mobiliza, e Helena Figueiredo, do PSTU. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Nestas eleições, 53% dos eleitores registrados no Paraná são mulheres. Roberto Jayme/Ascom/TSE Considerando os planos de governo anexados pelos oito candidatos ao Governo do Paraná no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o g1 fez um levantamento das principais propostas voltadas para o público feminino. Entre os destaques, estão políticas públicas de acolhimento a mulheres em situação de vulnerabilidade e o combate à violência doméstica e ao feminicídio. Atualmente, o Paraná é o terceiro estado com maior número de feminicídios do país, de acordo com dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública. Somente no primeiro semestre de 2026, 55 feminicídios foram registrados no estado. Combater a violência contra a mulher será um dos desafios do próximo gestor estadual do Paraná. Veja as principais propostas para as mulheres nos planos de governo de cada candidato: Adriano Funileiro (PCO) Em seu plano de governo, Adriano Funileiro (PCO) propõe aposentadoria com 25 anos de trabalho para as mulheres — e 30 anos para os homens. A proposta faz parte do trecho do plano que pretende “revogar todas as reformas do golpe de 2016”, em referência ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Rever as regras para a aposentadoria pelo INSS, no entanto,…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.