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Mãe que se acorrentou em hospital para cobrar cirurgia do filho também acompanha filha com leucemia

Destaques 06/11/2026 às 09:00
Mãe que se acorrentou em hospital para cobrar cirurgia do filho também acompanha filha com leucemia
]]> Mãe divide rotina entre cuidados com Kauan, paciente cardíaco e quimioterapia da filha Larissa Carvalho, de 10 anos Reprodução/Arquivo pessoal de Laise Sousa Mãe divide rotina entre cuidados com Kauan e quimioterapia da filha Larissa, de 10 anos Reprodução/Arquivo pessoal de Laise Sousa A dona de casa Laise Sousa Carvalho, que se acorrentou aos portões do Hospital Geral de Palmas (HGP) para cobrar o tratamento cardíaco do filho Kauan, de 5 anos, tem uma rotina de cuidados com a saúde dos dois filhos em Paraíso do Tocantins. Além de prestar assistência contínua ao Kauan, ela acompanha a filha Larissa, de 10 anos, em tratamento contra a leucemia com viagens constantes ao interior de São Paulo. A rotina com a menina exige viagens periódicas para Campinas (SP), onde Larissa faz acompanhamento no Centro Infantil Boldrini. "Ela faz o tratamento de leucemia em Campinas e continua indo todos os meses lá no Hospital Boldrini. Todos os meses a gente tem que ir: ela faz exames, toma medicação e, se correr tudo bem, retorna para casa. O tratamento da Larissa ainda vai continuar com essas idas todos os meses até 2028." 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Em Campinas, Larissa passa por consultas, exames de controle e aplicações de medicamentos. Uma das avaliações regulares. A rotina da menina inclui quimioterapia injetável semanal e comprimidos diários de quimioterapia oral com mercaptopurina (Purinethol). Aos fins de semana, Larissa toma doses preventivas de Bactrim para reforçar a imunidade. Agora no g1 Dificuldades financeiras e despesas A família reside em Paraíso do Tocantins, a cerca de 60 km de Palmas, e sobrevive com o benefício assistencial de Kauan e o trabalho do pai das crianças como pedreiro. A mãe explica que isso às vezes não é o suficiente. "Quando ele precisa viajar com a Larissa, não ganha dinheiro, porque ganha na diária quando tem serviço. Fica bem difícil para nós e faltam coisas básicas dentro de casa", relatou Laise. Durante as viagens a Campinas, a família costuma ficar em uma casa de apoio, mas precisa arcar com os custos de alimentação e de corridas por transporte por aplicativo. Nos períodos em que Laise ou o marido viajam…
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