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Mãe de vítima de condenada à morte que sobreviveu a injeção letal diz não acreditar que Christa Pike seja executada

Rio de Janeiro 07/10/2026 às 11:16
Mãe de vítima de condenada à morte que sobreviveu a injeção letal diz não acreditar que Christa Pike seja executada
]]> A mãe da vítima de Christa Pike afirmou, depois de a condenada à morte desafiar as probabilidades e despertar após uma tentativa de execução malsucedida em penitenciária no Tennessee (EUA), que não acredita que o Estado volte a tentar aplicar a pena capital no seu caso. May Martinez, cuja filha de 19 anos, Colleen Slemmer, foi brutalmente assassinada em 1995, revelou que tinha o pressentimento de que Pike sobreviveria à tentativa de injeção letal. Ao saber que a mulher de 50 anos está agora consciente e falando no hospital ao qual foi levada após a execução falha, May se mostrou descrente de que a pena capital seja aplicada após os desdobramentos e a proporção que o caso de Christa tomou. "Contra todas as probabilidades, Christa Pike está consciente, falando e continua recebendo cuidados médicos intensivos", disseram em nota os advogados da condenada, Randy Spivey e Kelly Gleason. "Apesar das graves lesões sofridas nos braços, ela permanece algemada e acorrentada à cama. Sua recuperação é clinicamente sem precedentes. O prognóstico ainda é incerto, mas, no mínimo, esperamos uma recuperação longa", acrescentaram. Christa Pike e o então namorado, Tadaryl Shipp, foram condenados por matar em 1995 Colleen Slemmer (na foto) Reprodução/YouTube Questionada sobre o que preferiria que acontecesse a seguir, a mãe enlutada disse à WBIR, emissora afiliada da NBC: "Não importa o que eu penso." O crime Christa, aos 18 anos, e o seu então namorado, Tadaryl Shipp, com a ajuda de uma amiga, Shadolla Peterson, espancaram e torturaram até a morte Colleen Slemmer, de 19 anos. O casal de namorados havia levado um pedaço do crânio de Colleen, uma migrante da Flórida que tentava a vida no Tennessee, como "lembrança" do crime brutal. (Da esqueda para a direita) Christa Pike, Tadaryl Shipp e Shadolla Peterson à época do crime Reprodução Christa temia que Colleen estivesse tentando "roubar o seu namorado", o que a levou a orquestrar o crime contra a "rival amorosa", disse a promotoria. Tadaryl teria concordado em participar para mostrar a sua fidelidade. Os advogados de Christa solicitaram à Suprema Corte a suspensão da execução, citando o sofrimento dela com transtorno de estresse…
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