Longe das novelas, Angelo Paes Leme foca em novo filme e vida com família em meio à floresta: 'Meu recanto'
Rio de Janeiro05/11/2026 às 07:45
]]> Angelo Paes Leme era figurinha marcada nas novelas da Globo nos anos 1990 e 2000. Seu papel mais marcante, o Caio de "História de amor" (1995), foi seu terceiro papel na TV. Dois anos antes, ele tinha feito a minissérie "Contos de verão" e a novela "Sonho meu", ambas as produções exibidas em 1993. Longe dos folhetins em um papel fixo desde "Gênesis", há cinco anos, por onde anda o ator? Morre Janaína Barbosa, atriz e apresentadora, aos 48 anos Cauã Reymond estreia em série americana e revela como aulas de inglês foram importantes para seu sucesso Prestes a completar 53 anos na próxima terça-feira (10), o ator gravou o filme "Uma praia em nossas vidas", longa de Guto Arruda Botelho. Com previsão de estreia para 2027, o ator falou com exclusividade ao EXTRA sobre o novo trabalho. Na produção, ele interpreta o amigo do personagem de Dan Stulbach, um homem que carrega traumas do passado. — Eles têm uma relação de décadas. O filme mostra essa amizade, que começou lá na juventude, quando tinham 14 anos. É um filme sobre o rito de iniciação, aquela idade em que se descobre a vida, o primeiro amor, o primeiro beijo, a primeira frustração, o primeiro contato com a morte de um ente querido... É um filme sobre a descoberta da vida, momento intenso que todo mundo passa — conta o ator ao EXTRA, pouco antes da exibição do filme no Festival Internacional de Cinema de Paraty, na última terça-feira (3). Os personagens de Angelo e Dan estão inseridos na época contemporânea, mas grande parte do longa é ambientada nos anos 80. O novo trabalho do artista é um retorno à sua adolescência, já que, assim como os personagens do filme, ele também viveu muitas descobertas naquela década. Ângelo Paes Leme com Carla Marins na época de 'História de amor' e atualmente Acervo Globo; Thomaz Rocha — Eu vivi tudo isso que eles viveram. Não tinha celular, mas tinha mais tempo de contemplação juntos. A gente estava muito mais em contato com o real, com o imediato. O presente era muito mais intenso. Hoje você tem uma vida paralela, da tela, do vídeo, do celular. Isso interrompe um pouco esse fluxo que a gente tinha diferente. O filme é muito legal, não só pra gente relembrar nossa época, mas para…
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