Laudo aponta morte súbita compatível com epilepsia e descarta sinais de violência, álcool ou drogas em cineasta Ricardo Spencer
Rio de Janeiro06/10/2026 às 19:36
]]> O laudo do IML enviado pela família do cineasta Ricardo Spencer aponta que a morte dele foi compatível com um evento súbito relacionado à epilepsia. O documento cita a possibilidade de SUDEP (morte súbita inesperada em epilepsia), fenômeno que pode ocorrer de forma repentina e sem que a necropsia demonstre alterações específicas. Saiba mais: tio de Guilherme Boulos morre após ser atropelado em discussão de trânsito em SP Assista: avião da Gol retorna ao Recife após faíscas em turbina durante voo Segundo informado pelo irmão às autoridades no local, Ricardo tinha histórico de epilepsia. O exame não encontrou lesões que indiquem agressão em nenhuma parte do corpo e o crânio não apresentava fratura, hematoma ou hemorragia. Os policiais que atenderam a ocorrência também não identificaram sinais de violência no corpo ou no local. A análise de sangue também não detectou o uso de álcool, drogas ou praguicidas. Foram detectados apenas carbamazepina e seu metabólito, medicamento anticonvulsivante usado no tratamento da epilepsia. Segundo o laudo, a presença é compatível com exposição ao remédio e, na ausência de análise quantitativa e de outros elementos indicativos de intoxicação, não permite atribuir ao medicamento papel causal na morte. Sobre o caso Ricardo foi achado sem vida em um apartamento alugado por temporada, no Edifício Copan, em São Paulo, no dia 20 de julho. Aos 49 anos, o cineasta integrou a equipe de direção da TV Globo e dirigiu projetos como as séries "Mister Brau", "Shippados", "Segunda Chamada", "Todas as Mulheres do Mundo", "Amor e Sorte", "Cine Holliúdy" e "Vermelho Sangue". Ele também integrou a equipe de direção da novela Segundo Sol, ambientada na Bahia. * Estagiária sob orientação de Pedro Carvalho Initial plugin text
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