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Laboratório de DNA amplia desafio de transformar ciência em negócios no Amazonas

Destaques 08/10/2026 às 18:11
Laboratório de DNA amplia desafio de transformar ciência em negócios no Amazonas
]]> Centro de Bionegócios da Amazônia. Suframa A participação da Amazônia nas cadeias de inovação frequentemente começa na biodiversidade, mas termina longe dela. Plantas, microrganismos, moléculas e informações biológicas despertam interesse científico e industrial, enquanto etapas de maior valor, como pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico, propriedade intelectual, produção e comercialização, permanecem concentradas em outras regiões. O anúncio da chegada da BioLinker ao Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), em Manaus, cria uma possibilidade de começar a encurtar essa distância. A empresa brasileira de biotecnologia pretende instalar uma unidade automatizada de síntese enzimática de DNA, integrada à produção de proteínas e ao desenvolvimento de modelos de inteligência artificial. A BioLinker foi selecionada, ao lado da Amazonzyme Biotecnologia, pelo Edital CBA Open nº 1/2026 para integrar o Espaço CBA de Inovação. O anúncio oficial confirma a intenção de implantar a unidade, mas o projeto ainda está em estruturação. Seu impacto econômico, científico e regional somente poderá ser medido quando o laboratório estiver instalado e em funcionamento. Fundada em 2018 por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e sediada em Cotia, na Região Metropolitana de São Paulo, a BioLinker atua com DNA sintético, proteínas recombinantes e inteligência artificial aplicada à bioengenharia. A empresa oferece serviços e produtos voltados à pesquisa e à biotecnologia, como síntese de genes e produção de proteínas sob demanda. A expansão anunciada reúne uma captação de R$ 8,4 milhões. Segundo informações divulgadas pela companhia, R$ 7,2 milhões vieram de um fundo da Axcell, aceleradora voltada a negócios relacionados à Amazônia. Os R$ 1,2 milhão restantes são provenientes da Fase 2 do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Os recursos possuem naturezas e abrangências diferentes. A parcela da Axcell corresponde a investimento na startup, enquanto o PIPE financia pesquisa científica ou tecnológica executada por pequenas empresas no Estado de São Paulo. Portanto, não é possível afirmar…
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