Kart que mistura realidade e videogame vira negócio itinerante e fatura R$ 120 mil por mês
inicio18/09/2026 às 05:00
]]> O empreendedor que colocou os brasileiros para correr dentro de um videogame Uma corrida de kart em que os pilotos cruzam cenários pré-históricos, desviam de dinossauros e utilizam poderes dignos de videogame pode parecer ficção. Mas a experiência já é realidade no Brasil graças à tecnologia de realidade mista, que combina elementos físicos e virtuais em um mesmo ambiente. Foi nessa tendência que o empreendedor Rodrigo Martins encontrou uma oportunidade de negócio que hoje rende faturamento mensal de R$ 120 mil. O empresário é dono de um parque de realidade virtual itinerante que leva atrações para diferentes shopping centers do país. O principal destaque é um kart que mistura pilotagem real com cenários digitais vistos por meio de óculos especiais. A tecnologia é exclusiva da empresa no Brasil, segundo o empreendedor. A trajetória começou em 2023, quando Rodrigo Martins inaugurou seu primeiro parque de realidade virtual. O sucesso inicial levou o empresário a viajar para a China em busca de novas experiências. Durante uma das visitas aos fornecedores, surgiu a oportunidade de negociar exclusividade para explorar parte da tecnologia no mercado brasileiro. Kart em realidade mista vira negócio itinerante e fatura R$ 120 mil por mês Reprodução/PEGN A proposta veio acompanhada de um desafio. Para garantir a exclusividade, o fabricante chinês exigiu uma expansão acelerada da operação. Mesmo ainda no início da jornada, o empreendedor decidiu apostar no crescimento. “Eu queria uma exclusividade. Então, para eu replicar isso no Brasil todo, ele foi claro: compra mais dez parques. Naquela ânsia de empreendedor eu fui e falei: cinco eu garanto”, conta. Mais tarde, uma nova visita à China apresentou ao empresário a tecnologia de realidade mista utilizada no kart virtual. A novidade chamou a atenção por conseguir integrar o mundo físico e o digital de forma sincronizada, criando uma experiência imersiva para os participantes. Segundo Rodrigo Martins, a exclusividade funciona como uma importante barreira competitiva. “A gente fala que está sempre pelo menos um ano na frente da concorrência”, afirma. Para colocar o projeto em prática, foram investidos cerca de R$ 1…
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