Justiça revoga prisão de João Munhoz, namorado de Isabelle Caracristi
Destaques01/10/2026 às 16:41
]]> Áudios e mensagens do caso Isabelle Caracristi O Juízo da 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza acolheu a manifestação do Ministério Público e revogou a prisão de João Munhoz Neto, namorado de Isabelle Caracristi. A jovem, de 22 anos, foi encontrada morta no pátio do condomínio onde morava com ele, em Fortaleza. De acordo com a nota da 5ª Vara do Júri de Fortaleza, a decisão estabeleceu medidas cautelares, entre elas o distanciamento dos familiares da vítima, o monitoramento eletrônico e a proibição de se ausentar da comarca. A Justiça não divulgou, no entanto, com base em quais motivos revogou a prisão. O pedido de soltura foi solicitado pela defesa de Munhoz. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp João Munhoz Neto, de 34 anos, foi preso no dia 22 de setembro, por suspeita de violência psicológica contra a namorada e indução ao suicídio. Isabelle morreu na noite de 13 de setembro, no bairro Aldeota, área nobre da capital cearense. No dia seguinte à morte da jovem, o apartamento onde ela morava com o namorado foi limpo e colocado à venda. De acordo com Márcio Gutiérrez, delegado geral da Polícia Civil do Ceará, João também proibiu a entrada de familiares de Isabelle no edifício e não estava colaborando com as investigações. Perícias do caso Isabelle Caracristi e João Munhoz Neto Reprodução Desde o início da apuração sobre a morte da universitária até a última segunda-feira (28), a Polícia Civil do Ceará ouviu 28 pessoas, e a Perícia Forense concluiu 13 análises periciais. Ao todo, 20 peritos e auxiliares de perícia atuam no caso, com investigação conduzida pelo Grupo Especial de Investigação (GEI), composto por equipes da 2ª Delegacia de Polícia Civil da Capital, 2º Delegacia de Defesa da Mulher de Fortaleza e Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Celulares, dispositivos eletrônicos e imagens de câmeras seguem sob análise, bem como outras diligências são efetuadas pela corporação no intuito de elucidar todas as circunstâncias da morte da universitária, bem como a cronologia de ações que antecederam o fato. Testemunhas ouvidas Entre as testemunhas ouvidas pela polícia, estão uma diarista, a síndica do prédio onde eles moravam e a…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.