Justiça nega pedido liminar de Diego Torres para rescindir com o Guarani
Esportes30/09/2026 às 14:54
]]> Fora dos planos de Elio, Diego Torres recebe férias do Guarani A Justiça do Trabalho negou o pedido liminar feito pelo meia argentino Diego Torres para rescindir com o Guarani alegando atrasos salariais e falta de pagamentos de outros direitos. Em ação protocolada em 5 de setembro, o atleta cobra ao todo R$ 1.620.234,97 do clube. + ✅Clique aqui para seguir o novo canal ge Guarani no WhatsApp + Veja mais notícias do Guarani no ge A decisão, de 25 de setembro, é do juiz Fabio Trifiatis Vitale, 12ª Vara do Trabalho de Campinas, e cabe recurso. O Guarani foi representado no caso pelo advogado João Chiminazzo. O magistrado entendeu que, neste momento, não ficou comprovado de forma clara que o clube descumpriu as obrigações em grau suficiente para justificar uma rescisão imediata do contrato - o vínculo entre as partes vai até 30 de novembro de 2026. Diego Torres durante treino do Guarani Raphael Silvestre/Guarani FC Uma audiência entre as partes foi marcada para 27 de abril de 2027. A defesa de Diego Torres, realizada pelos advogados Filipe Rino e Thiago Rino, vai entrar com mandado de segurança para tentar reverter a situação. O que pesou na decisão A Lei Geral do Esporte prevê a possibilidade de rescisão indireta do contrato quando há atraso de remuneração por período igual ou superior a dois meses. O magistrado destacou que, na data em que a ação foi ajuizada, havia formalmente apenas um mês de salário vencido, situação que não preencheria esse requisito legal. Em relação aos direitos de imagem, o Guarani apresentou documentos indicando que os pagamentos dependiam da emissão de notas fiscais por uma empresa ligada ao jogador. Segundo a decisão, há indícios de que essas notas não foram emitidas após maio de 2026, o que tornou controversa a existência da dívida apontada pelo atleta. O juiz observou ainda que os documentos mostram depósitos de FGTS e recomposição de parcelas anteriores, além da quitação do 13º salário proporcional de 2025, fato reconhecido pelo próprio jogador nos autos. Outro argumento foi o risco de irreversibilidade. Caso o atleta fosse liberado imediatamente e assinasse com outro clube, seria impossível desfazer essa situação se, ao final do…
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