Justiça nega pedido de prisão preventiva de vice-presidente do Corinthians
Esportes23/10/2026 às 01:19
]]> Voz do Setorista: Julio Cesar assume funções de executivo demitido no Corinthians A Justiça negou o pedido do Ministério Público de prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura suspeitas de irregularidades envolvendo materiais esportivos fornecidos pela Nike. Em decisão proferida na noite desta quinta-feira, a juíza Amanda Eiko Sato, da 25ª Vara Criminal da Barra Funda, também negou o afastamento de Armando do cargo estatutário no Corinthians, a proibição de acesso às dependências do clube e a restrição de contato com dirigentes e testemunhas. + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp O pedido do Ministério Público foi apresentado na sexta-feira, após a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de Tecnologia da Informação do clube e testemunha considerada importante para a acusação. O promotor Cássio Conserino sustentava que o desligamento de Munhoes, às vésperas de uma audiência de instrução marcada para 10 de novembro, pode configurar uma tentativa de intimidar testemunhas e interferir na produção de provas. Armando Mendonça é vice-presidente do Corinthians Emilio Botta Segundo o promotor, Munhoes foi responsável por apresentar elementos técnicos que contribuíram para a identificação de indícios de apropriação indevida de materiais esportivos. Ele sustenta que a demissão do ex-diretor pode afetar não apenas seu depoimento, mas também o de outros funcionários do clube que deverão ser ouvidos pela Justiça. Porém, a juíza entendeu que não foram apresentadas evidências de que Armando tenha determinado, solicitado ou influenciado o desligamento de Munhoes. A magistrada também afirmou que não havia notícia de contato do dirigente com a testemunha com o objetivo de constrangê-la ou interferir em seu depoimento. Para a Amanda Eiko, a proximidade entre a demissão e a audiência, por si só, não comprova risco à investigação. + Leia mais notícias do Corinthians Vice alega suspeição, Justiça nega Na mesma decisão, a juíza rejeitou um pedido da defesa de Armando para reconsiderar a decisão anterior que havia afastado a alegação de suspeição do promotor responsável pelo caso. Os advogados apontaram como fatos novos uma nota…
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