Justiça nega pedido de conselheiros para destituição do presidente da Ponte Preta
Esportes08/10/2026 às 16:32
]]> Ponte Preta perde para o Juventude diante de 352 torcedores A Justiça julgou improcedente a ação movida por oito conselheiros da Ponte Preta que pedia o afastamento e a destituição do presidente Luiz Antônio Alves Torrano. A decisão, em primeira instância, é da 5ª Vara Cível da Comarca de Campinas e foi publicada na última terça-feira (6). Cabe recurso. O próprio documento prevê a possibilidade de apelação ao Tribunal de Justiça de São Paulo. + ge Ponte Preta tem canal no WhatsApp; clique aqui para seguir! Ponte Preta completa 126 anos em meio à maior crise de sua história O processo havia sido protocolado em maio e questionava a condição associativa de Torrano e sua elegibilidade para ocupar a presidência da Ponte. Na ocasião, os conselheiros - todos oposicionistas à atual gestão - também pediram o afastamento imediato do dirigente durante a tramitação da ação. Esse pedido, porém, já havia sido negado pela Justiça em 28 de maio. Com isso, Torrano permaneceu no cargo enquanto o mérito do processo era analisado. Torrano na posse como presidente da Ponte Preta Marcos Ribolli/ PontePress Agora, o juiz Paulo César Batista dos Santos dividiu os pedidos apresentados pelos autores em dois grupos: um relacionado à decisão do Conselho Deliberativo que restabeleceu a condição de Conselheiro Nato de Torrano, em janeiro de 2023, e outro referente à candidatura, eleição e permanência dele na presidência da Ponte, em 2025. As decisões da Justiça após pedidos da oposição Sobre o retorno de Torrano ao Conselho Deliberativo, o juiz reconheceu que o direito de questionar a decisão de 31 de janeiro de 2023 prescreveu (venceu). Segundo a decisão, o Código Civil estabelece prazo de três anos para anular decisões de órgãos de administração coletiva de uma pessoa jurídica. Como a ação foi apresentada em 26 de maio de 2026, mais de três anos depois da deliberação, o prazo já havia terminado. Ponte Preta é rebaixada para a Série C do Brasileiro O magistrado também concluiu que o ato de 2021 não representou a saída de Torrano do quadro associativo da Ponte, mas a renúncia à cadeira de Conselheiro Nato Titular. Segundo a sentença, o documento que formalizou o desligamento tratava da…
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