Justiça mantém Assembleia do Botafogo e multa Textor em processo sobre a SAF
esportes24/09/2026 às 00:20
]]> Com Tite, Botafogo se reapresenta e inicia preparação na Data Fifa O juiz Victor Agustin Jaccoud Diz Torres, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, manteve a realização da Assembleia Geral Extraordinária que debaterá o aumento de capital social da SAF do Botafogo. Em decisão publicada nesta quarta-feira, o magistrado criticou o comportamento de John Textor, antigo dono do clube alvinegro, e lhe aplicou uma multa por litigância de má-fé. Textor entrou na Justiça para suspender a AGE, que será realizada nesta quinta-feira. Na prática, a votação poderá diluir a participação acionária da Eagle na SAF. John Textor tenta retomar controle da SAF do Botafogo Vitor Silva/BFR Desde que perdeu poder, o empresário americano trava uma batalha nos tribunais dos Estados Unidos, da Inglaterra e do Rio de Janeiro para tentar cancelar a nova composição da SAF, que tem o Botafogo social como acionista majoritário. O clube alegou que a Eagle descumpriu o acordo de acionistas e, por meio do bônus de subscrição, passou a deter 51% da SAF; a participação da Eagle, por outro lado, caiu de 90% para 49%. Na decisão desta quarta, a Justiça do Rio não alterou essa nova divisão das ações. Outra decisão importante tomada pelo juiz foi definir que o Administrador Judicial da SAF Botafogo passa a exercer os direitos políticos das ações em nome da Eagle. O escritório Marcello Macêdo Advogados e a Preserva-Ação Administração Judicial são os administradores judiciais e foram intimados a comparecerem à AGE. Na decisão de 13 páginas, o magistrado Victor Agustin Jaccoud Diz Torres criticou o comportamento de Textor. No entender do juiz, o empresário tenta burlar a justiça brasileira ao, em esferas internacionais, recorrer para retomar o controle da SAF. Citou que o americano informou ter residências diferentes em outros processos e o acusou de litigância de má-fé (quando uma parte usa o processo de forma desonesta ou ilegal para prejudicar o adversário, alterar a verdade dos fatos ou atrasar o andamento da Justiça). A multa aplicada de 5% é sobre o valor do contrato entre as partes, firmado em 2022. Com a correção, as partes estimam que ele esteja na casa dos R$ 200 milhões. Logo, a multa…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.