Justiça Eleitoral testa autenticidade de 10 urnas em SP antes do início da votação; entenda como funciona
Destaques25/10/2026 às 13:15
]]> Urna eletrônica é preparada em Taubaté (SP) Reprodução/Rede Vanguarda A Justiça Eleitoral realizou, na manhã deste domingo (25), testes de autenticidade em dez urnas eletrônicas no estado de São Paulo, antes do início da votação do segundo turno das eleições de 2026. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), todas as verificações ocorreram de forma regular. O procedimento tem como objetivo comprovar que os equipamentos utilizam os sistemas eleitorais oficiais, previamente compilados, assinados digitalmente e lacrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Uma das auditorias ocorreu na seção 206 da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Professor Oscar Pennacino, em Osasco, na Grande São Paulo, com a presença de autoridades eleitorais, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e integrantes da mesa receptora de votos. O teste foi realizado antes da emissão da chamada zerésima, relatório que comprova que não há votos registrados na urna antes do início da votação. A escolha dos equipamentos ocorreu no sábado (24), durante cerimônia pública no TRE-SP, acompanhada por representantes de entidades fiscalizadoras, incluindo órgãos públicos, partidos políticos e organizações da sociedade civil. O juiz Rubens Pedreiro Lopes, da 315ª Zona Eleitoral de Osasco, afirmou que a auditoria é mais uma forma de garantir a transparência do processo eleitoral. "É mais um passo e mais uma demonstração que o processo democrático nas eleições está sendo observado e verificado para que os eleitores possam iniciar a votação, o processo de escolha do seu candidato na mais pura transparência e lisura, como manda a Constituição e as leis do nosso país", afirmou. Durante o procedimento, os fiscais verificam a identificação da urna, examinam os lacres e conferem as assinaturas digitais dos arquivos instalados no equipamento. A conferência é feita por meio de resumos digitais, conhecidos como hashes, que permitem comparar os arquivos presentes nas urnas com aqueles oficialmente lacrados pelo TSE antes da eleição. Segundo o TRE-SP, não foram encontradas irregularidades nas verificações realizadas. Onde foram realizados os testes de autenticidade? As…
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