Justiça decreta prisão preventiva de suspeita de envenenar, decapitar e esquartejar o marido
Rio de Janeiro23/10/2026 às 14:27
]]> Suspeita de envenenar, decapitar e esquartejar o marido, Edmilson Batista Vila Verde, Esther Pestana Cabral teve a prisão em flagrante convertida para preventiva — quando não há prazo para expirar — pela Justiça, nesta quinta-feira. Ela foi presa em flagrante, na última terça, e, segundo policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), confessou o crime. Veja os detalhes: Nova subida da Serra de Petrópolis terá túneis novos, menos curvas e tempo de viagem reduzido Violência: Polícia suspeita que motorista de aplicativo baleado na cabeça durante corrida em Jacarepaguá tenha sido confundido com miliciano Na audiência de custódia, o Núcleo de Atuação perante a Central de Audiência de Custódia (Nacac) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) apontou ainda a incidência do crime de furto qualificado pelo uso do cartão de Edmilson. O Nacac destacou a extrema violência do crime e a necessidade da prisão preventiva para garantir a ordem pública, além de proteger parentes e testemunhas. Segundo o MPRJ, ao decretar a prisão preventiva, o juízo destacou a gravidade concreta do crime e a periculosidade de Esther, evidenciadas pela premeditação, caracterizada pelo emprego de veneno misturado à alimentação, seguido de esquartejamento e decapitação com o uso de faca, canivete e serra elétrica portátil. Partes de corpo espalhadas A polícia foi acionada para a casa onde Esther e Edmilson moravam, no bairro de Austin, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, após o filho da vítima encontrar parte do corpo da vítima. Agentes da DHBF foram acionados para o local e encontraram o torso de Edmilson na residência e uma nota fiscal da compra das luvas usadas para a decapitação e esquartejamento do corpo, o que possibilitou identificar a loja onde o material foi comprado. Policiais foram até a farmácia onde as luvas foram adquiridas e identificaram Esther como a compradora, afirma a DHBF. Ainda segundo os investigadores, durante uma diligência, equipes encontraram a cabeça e membros de Edmilson no carro dele, estacionado a cerca de 500 metros da casa. Levada para a DHBF junto com testemunhas, Esther inicialmente negou ter cometido o assassinato, de…
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