Justiça decreta prisão preventiva de bombeiro que matou estudante de medicina em Taubaté
Destaques03/10/2026 às 12:34
]]> Polícia pede a prisão do bombeiro que matou estudante a tiros A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva do bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, acusado de matar a tiros o estudante de medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, após uma briga de trânsito em Taubaté (SP). A decisão, desta sexta-feira (2), é da 15ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). A relatora, desembargadora Gilda Alves Barbosa Diodatti, concedeu uma liminar ao recurso apresentado pelo Ministério Público e determinou a expedição do mandado de prisão contra o bombeiro. A decisão determina a expedição do mandado de prisão, mas ressalva que o cumprimento deve respeitar o artigo 236 do Código Eleitoral. A regra impede a prisão de eleitores desde cinco dias antes da eleição até 48 horas após o fim da votação, salvo exceções previstas em lei. Como o 1º turno acontece neste domingo (4), a restrição está em vigor desde terça-feira (29) e segue até terça-feira (6). Ou seja, Marcos só poderá ser preso após esse prazo. A defesa de Marcos Paulo Fujarra de Oliveira foi procurada pelo g1 neste sábado (3) e não houve retorno até a última atualização desta matéria. Desde o caso, a defesa alega que o bombeiro militar agiu em legítima defesa (leia mais abaixo). Leia também: Esposa de estudante de medicina morto após ser baleado em briga de trânsito fala sobre perda: ‘Foi covardia’ Mãe de estudante morto em briga de trânsito em Taubaté pede justiça: 'As balas do Bruno estão em mim' Estudante de medicina morto por bombeiro em Taubaté foi baleado quatro vezes; tiros atingiram pescoço, tórax e braço Vídeo mostra carros de estudante de medicina e bombeiro lado a lado antes de briga de trânsito Bombeiro há 10 anos e histórico de denúncias por ameaça e violência: militar é acusado de matar estudante de medicina a tiros em SP Reprodução/TV Vanguarda Marcos havia sido preso em flagrante após a morte de Bruno, mas recebeu liberdade provisória na audiência de custódia, realizada na quinta-feira (1º). Na ocasião, a Justiça determinou medidas cautelares, como recolhimento domiciliar noturno, comparecimento periódico em juízo, proibição de contato…
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