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Justiça converte em preventiva prisão de advogada investigada por desviar dinheiro de idosa morta

Mundo 04/10/2026 às 00:33
Justiça converte em preventiva prisão de advogada investigada por desviar dinheiro de idosa morta
]]> Jéssica Cabral Barradas Divulgação A Justiça do Rio de Janeiro converteu em prisão preventiva a prisão em flagrante da advogada Jéssica Cabral Barradas, de 35 anos, realizada na sexta-feira (2) por policiais da 37ª DP (Ilha do Governador). A decisão foi tomada neste sábado (3), durante audiência de custódia, e mantém a advogada presa. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Jéssica foi autuada por supressão de documento depois que policiais encontraram, no apartamento dela, no Cacuia, na Ilha do Governador, os documentos originais de uma idosa de 90 anos que morreu em 2019. Segundo a investigação, a advogada havia sido curadora da mulher e o filho da idosa cobrava a devolução dos documentos havia cerca de sete anos. Ao determinar a prisão preventiva, o juiz apontou risco de reiteração delitiva, necessidade de preservar as investigações e perigo de intimidação da vítima. A decisão também considerou o histórico relacionado à apuração de coação no curso do processo e a proximidade da investigada com a família da idosa. O magistrado reconheceu a legalidade do flagrante, rejeitou os pedidos de soltura apresentados pela defesa e considerou insuficientes outras medidas cautelares. A decisão também afastou a alegação de que a prisão estaria relacionada ao exercício da advocacia. Agora no g1 Documentos estavam em apartamento Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os policiais encontraram a carteira de identidade e a certidão de óbito originais da idosa, que morreu em julho de 2019. Segundo a Polícia Civil, o filho da mulher havia pedido os documentos diversas vezes, mas não os recebeu. A investigação aponta que a advogada dizia que os papéis estavam guardados em caixas. A retenção dos documentos teria dificultado a abertura do inventário e a regularização da sucessão. O filho precisou obter uma segunda via da certidão de óbito para acionar o seguro de vida da mãe, documento que, segundo o relato apresentado à polícia, só foi obtido em 2023. A polícia também apreendeu equipamentos eletrônicos, joias, um relógio e talheres banhados a ouro. O filho da idosa reconheceu o relógio e os talheres como pertencentes à mãe. Os…
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