Justiça concede liberdade provisória a suspeita de golpes com viagens no MA
Destaques30/10/2026 às 17:19
]]> Justiça concede liberdade a suspeita de golpes com viagens no MA A Justiça do Maranhão concedeu liberdade provisória a Alynne Pinheiro Ribeiro Trindade, de 41 anos, suspeita de aplicar golpes na venda de passagens aéreas e pacotes de viagens falsos. Ela ficou 12 dias presa em São Luís. A decisão foi tomada pelo desembargador Raimundo Neres, que reconsiderou o pedido apresentado pela defesa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Maranhão no WhatsApp De acordo com as investigações, Alynne usava inteligência artificial para simular comprovantes e cobrava até R$ 10 mil por pacotes que não existiam. O prejuízo é estimado em quase R$ 200 mil, com pelo menos 13 vítimas. A investigada vai responder em liberdade, mas terá que cumprir medidas cautelares, entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica. A defesa de Alynne afirmou que ela sempre esteve à disposição da Justiça e das autoridades envolvidas na apuração dos fatos. Sobre as acusações relacionadas à venda de passagens aéreas e pacotes de viagens, informou que as questões serão esclarecidas no decorrer do processo, com a apresentação das provas pertinentes. Entenda o caso Mulher é presa suspeita de vender passagens aéreas falsas Uma mulher identificada como Alynne Pinheiro Ribeiro Trindade, de 41anos, foi presa preventivamente pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), suspeita de aplicar golpes com a venda de passagens aéreas falsas produzidas com o auxílio de inteligência artificial. Segundo as investigações, ela cobrava entre R$ 8 mil e R$ 10 mil por pacotes que prometiam viagens pelo Brasil e para o exterior durante um ano. Inicialmente, a investigação identificou 11 vítimas, mas, no decorrer das apurações, surgiram relatos de outras pessoas que podem ter sido prejudicadas. De acordo com as informações que embasaram a decisão judicial, a suspeita teria feito pelo menos 30 vítimas desde 2024. Segundo a Polícia Civil, Alynne oferecia um suposto benefício que permitiria aos clientes viajar durante um ano, pagando apenas as taxas de embarque. No entanto, mesmo após receber os valores cobrados, as passagens não eram emitidas. O delegado Victor Machado informou que a investigada já havia trabalhado em uma companhia…
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