← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Justiça aceita denúncia contra missionária e família por ligação com Comando Vermelho em MT

inicio 18/09/2026 às 20:18
Justiça aceita denúncia contra missionária e família por ligação com Comando Vermelho em MT
]]> Vida dupla do crime A missionária Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida, a mãe, duas irmãs, o namorado e um primo viraram réus por envolvimento com uma estrutura ligada ao Comando Vermelho e por um esquema de lavagem de dinheiro da facção, em Cuiabá. A Justiça de Mato Grosso recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público Estadual (MPMT) contra os seis nessa quinta-feira (17). Na decisão, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, considerou que há indícios de autoria e materialidade suficientes para o início da ação penal. Se tornaram réus: Rhavenna Barcelos: apontada como uma das principais responsáveis pela comunicação entre presos e integrantes da organização fora das unidades prisionais e também teria participado da movimentação de dinheiro. Pastora Orminda Barcelos: mãe de Rhavenna, investigada por auxiliar na comunicação com presos, no recebimento de valores e na suposta lavagem de dinheiro. Renildo Silva Rios: namorado de Rhavenna, apontado como integrante da organização criminosa e teria sido uma das principais fontes dos valores. Rhuan Barcelos: primo de Rhavenna, acusado de guardar dinheiro em espécie e participar da distribuição dos valores. Anatany Nina: irmã de Rhavenna, responsável por realizar depósitos e movimentações bancárias. Lo Rhuama Barcelos: também irmã de Rhavenna, acusada de participar da movimentação dos valores e de receber benefícios financeiros e materiais. Rhavenna, Renildo e Orminda respondem por organização criminosa e lavagem de dinheiro, enquanto Rhuan, Anatany e Lo Rhuama respondem por lavagem de dinheiro, conforme a decisão. O g1 tenta localizar a defesa dos citados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp O pai de de Rhavenna, Nivaldo de Almeida, que havia sido investigado no mesmo caso, não foi denunciado porque morreu em 5 de setembro de 2026. O juiz determinou que o MP apresente a certidão de óbito. Em julho, a família foi alvo Operação Fariseus, realizada pela Polícia Civil, que cumpriu mandados de busca e apreensão e prisão contra Rhavenna. À época, a polícia descobriu que a missionária utilizava o projeto religioso "Resgatando Vidas" voltado ao atendimento de detentos…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial