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Justiça absolve William Correia, apontado como 'justiceiro de Copacabana', em processo de assédio sexual

Destaques 02/10/2026 às 23:02
Justiça absolve William Correia, apontado como 'justiceiro de Copacabana', em processo de assédio sexual
]]> Segundo o Ministério Público, William Correia fundou e lidera o grupo “Anjos da Guarda Vigilância Comunitária”, acusado de organizar perseguições e divulgar imagens de adolescentes suspeitos de crimes na Zona Sul do Rio. Reprodução redes sociais A Justiça de São Paulo absolveu William Correia da Silva Júnior no processo em que ele era réu por assédio sexual contra uma atleta de 16 anos durante uma competição em 2021. A decisão é da juíza Cristina Alves Biagi Fabri, da Justiça de São Paulo, e foi publicada em 25 de setembro de 2026. William é representante de um autointitulado grupo de vigilantes" que atua na Zona Sul do Rio e apontado pelo Ministério Público do Rio como "justiceiro de Copacabana". De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo, William fez comentários de cunho inadequado sobre a adolescente, mandou mensagens em rede social a convidando para entrar em seu quarto de hotel e chegou a entrar no local em que a vítima estava com uma colega, também menor de idade. William negou as acusações (veja a nota mais abaixo). À Justiça, afirmou que nunca ficou sozinho com a adolescente e que não fez comentários de cunho sexual ou teve contato físico com ela. Na sentença, a juíza afirmou que a palavra da vítima tem "extrema relevância" em crimes sexuais, mas que deve ser analisada em conjunto com as demais provas. Segundo a decisão, as versões apresentadas eram contraditórias e as mensagens anexadas ao processo não comprovariam a prática de assédio sexual. A magistrada também afirmou que não identificou nas conversas "comportamento insistente, agressivo ou intimidativo" por parte do acusado nem tentativa de encontro a sós com a adolescente. A sentença apontou ainda que William não era professor ou técnico da vítima, mas atuava como coordenador político da competição. Dessa forma, ele foi absolvido. O Ministério Público de São Paulo disse que irá recorrer da decisão. Em 2021, William atuava como representante da Secretaria Estadual de Esporte, Lazer e Juventude do Estado do Rio de Janeiro (SEEL/RJ), acompanhando a delegação do Rio que participou de uma competição escolar em São Paulo. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp William…
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