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Julgamento de empresário que dirigia Porsche e matou trabalhador de aplicativo teve mudanças de versão e divergências em depoimentos; veja

Destaques 30/10/2026 às 11:05
Julgamento de empresário que dirigia Porsche e matou trabalhador de aplicativo teve mudanças de versão e divergências em depoimentos; veja
]]> Justiça condena Fernando Sastre a 17 anos de prisão por morte de motorista de aplicativo O julgamento de Fernando Sastre de Andrade Filho, motorista do Porsche envolvido no acidente que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, em março de 2024, teve mudanças de versão do réu e divergências entre os depoimentos de testemunhas e os argumentos apresentados pela defesa. O empresário foi condenado a 17 anos, 1 mês e 10 dias de prisão, em regime inicialmente fechado, por homicídio com dolo eventual e lesão corporal gravíssima. O júri terminou na madrugada desta sexta-feira (30). Um dos principais pontos discutidos durante o julgamento foi o consumo de bebidas alcoólicas antes do acidente. Após negar anteriormente que tivesse bebido, Sastre admitiu, nesta quinta-feira (29), ter consumido dois drinques à base de uísque antes de dirigir. Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, em maio de 2024, o empresário havia afirmado que tinha tomado apenas água na noite do acidente (veja vídeo abaixo). EXCLUSIVO: 'Tomei água', diz dono de Porsche que matou motorista de aplicativo em SP A seguir, veja quatro pontos discutidos durante o julgamento e as versões apresentadas pelo réu, pela defesa e pelas testemunhas ouvidas pela Justiça. 1 - Ele negou ter bebido, mas confessou durante o julgamento Em 2024, durante depoimento à polícia e em entrevista ao Fantástico, Fernando Sastre negou ter consumido bebida alcoólica antes do acidente. A então namorada, Giovanna Pinheiro Silva, também afirmou que ele não havia bebido. Nos depoimentos de 28 e 29 de outubro de 2026 testemunhas ouvidas no júri, entre elas o amigo Marcus Vinicius Machado Rocha e Juliana Simões, namorada de Marcus na época, disseram que Fernando havia consumido bebidas alcoólicas. No julgamento de 29 de outubro de 2026: Fernando admitiu pela primeira vez que bebeu antes de dirigir. Disse no tribunal ter consumido dois drinques à base de uísque. Ao admitir o consumo de álcool, o empresário disse que queria contar a verdade e que não pretendia inventar desculpas. O promotor Rodolfo Morais questionou a mudança de versão e argumentou que o réu só reconheceu o consumo de álcool diante das provas apresentadas.…
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