← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Juíza reabre o caso em que Christa Pike contesta execução por injeção letal

Rio de Janeiro 09/10/2026 às 11:39
Juíza reabre o caso em que Christa Pike contesta execução por injeção letal
]]> Christa Pike obteve uma importante vitória judicial depois que uma juíza reabriu o processo em que ela contesta a aplicação da pena de morte por injeção letal, dias após uma execução mal-sucedida em peniteciária no Tennessee (EUA), de acordo com o "NY Post". A condenada chegou a solicitar a execução por enforcamento, método que não é legal no estado. Em uma decisão emitida na noite de quinta-feira (8/10), a juíza I'Ashea Myles determinou que o caso fosse reaberto no Tribunal de Chancelaria do Condado de Davidson, em Nashville. A condenada por homicídio em 1995, de 50 anos, deveria ter sido a primeira mulher executada no Tennessee em mais de 200 anos, em 30 de setembro. Em vez disso, Christa se tornou a primeira detenta do corredor da morte no país a sobreviver à injeção letal. Em janeiro, sua equipe jurídica apresentou uma ação judicial contestando o protocolo de injeção letal do estado — processo que foi posteriormente rejeitado pela Suprema Corte do Tennessee em maio. O procurador-geral adjunto do Tennessee (EUA) revelou que o Estado não possui, no momento, uma ordem de execução pendente para Christa. John W. Ayers, entretanto, não quis responder se a aplicação da pena capital será remarcada, segundo informações apresentadas a um tribunal na última quarta-feira (7/10). Luke Ihnen, um dos advogados de Christa, afirmou que "o Estado não fez nenhuma promessa de que a Sra. Pike não será submetida a uma execução futura". Ele acrescentou que a equipe de defesa busca a preservação das provas por considerá-las "relevantes para qualquer contestação futura que ela venha a apresentar". Christa Pike e o então namorado, Tadaryl Shipp, foram condenados por matar em 1995 Colleen Slemmer (na foto) Reprodução/YouTube May Martinez, a mãe de Colleen Slemmer, a vítima de Christa, afirmou que não acredita que o Estado volte a tentar aplicar a pena capital no caso. Carrie Ross, que ajudou a criar Christa e a "ama como a uma filha", disse que o fato de a sobrinha ter sobrevivido a duas tentativas de aplicação da pena capital foi "obra divina" e que por isso a vida dela deveria ser poupada porque o "Todo-Poderoso claramente não apoia sua execução". O crime Christa, aos 18 anos, e…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial