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Juiz volta atrás e reverte decisão que mandava soltar delegado e agentes acusados de desvio de drogas na PB

inicio 25/09/2026 às 20:39
Juiz volta atrás e reverte decisão que mandava soltar delegado e agentes acusados de desvio de drogas na PB
]]> Operação prende delegado e agentes da Polícia Civil em João Pessoa O juiz Salvador de Oliveira Vasconcelos, da 5ª Vara Criminal de João Pessoa, reverteu a decisão em que mandou soltar o delegado Braz Morroni e dois agentes da Polícia Civil, acusados de um esquema de desvio de drogas, em um dos processos que o grupo é investigado. A decisão já não liberava os acusados da prisão, por haver em paralelo uma prisão preventiva imposta em outro processo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp De acordo com a decisão que reviu a soltura, a qual o g1 teve acesso nesta sexta-feira (25), o juiz disse que o Ministério Público da Paraíba (MPPB) pediu "expressamente" a conversão da prisão temporária em preventiva. No entanto, conforme o juiz, para este processo, "a prisão temporária anteriormente imposta já teve seu prazo expirado e não mais subsiste". O juiz disse ainda que "os acusados não se encontram presos por força desta ação penal nem possuem mandado ativo nestes autos". Por isso, como os investigados estão presos por determinações de outro processo, a expedição de alvarás de soltura "partiram de premissa equivocada" e "devem ser tornadas sem efeito". Na primeira decisão, ele havia dito que a 5ª Vara Criminal da Capital era incompetente para julgar este processo e mandou para o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) a análise sobre a competência da Vara Jurídica. Segundo ele, a competência também para este processo é da Vara Militar e de Crimes Envolvendo Organização Criminosa da Capital. Esse entendimento foi mantido por parte do juiz na nova decisão. Apesar disso, o TJPB ainda deve analisar qual juiz deve ficar com esta parte de um dos quatro processos movidos na Justiça contra o delegado e também os agentes. A Vara Militar e de Crimes Envolvendo Organização Criminosa já é responsável pelo processo em que a prisão preventiva estava em vigor. Em nota, a defesa de Braz Morroni disse que "segue colaborando com a Justiça, que até o presente sequer disponibilizou a íntegra dos áudios e dados referidos na “Operação Perfidus”, da qual resultaram quatro denúncias" e que "esse indevido fatiamento das ações viola o princípio do juízo natural, gerando…
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