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Juiz determina suspensão de auditoria do DenaSUS que baseou denúncia sobre hospital do marido de Priscila Krause

Destaques 01/10/2026 às 21:18
Juiz determina suspensão de auditoria do DenaSUS que baseou denúncia sobre hospital do marido de Priscila Krause
]]> Vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause (PSD) Mariana Carvalho/Divulgação O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou a suspensão da auditoria realizada pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) na Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco (saiba mais abaixo). A denúncia aponta que ela teria destinado recursos para o hospital, administrado pelo empresário Jorge Branco, marido da vice-governadora do estado, Priscila Krause (PSD). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE O caso motivou um pedido de impeachment de Priscila, que é candidata à reeleição. A presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) encaminhou o pedido à Comissão de Constituição, Legislação e Justiça, que vai analisar os fundamentos jurídicos do caso e decidir se o processo será ou não instaurado. Na decisão liminar, o juiz Deivisson Manoel de Lima proibiu a cobrança de valores, a retenção de repasses e a inclusão da instituição em cadastros de inadimplência até o julgamento final da ação. Ao fundamentar a decisão, o magistrado afirmou que, conforme o Relatório Final da Auditoria nº 20.034, "a equipe fiscalizadora adotou postura de presunção de má-fé do administrado". Agora no g1 O juiz também reconheceu o que classificou como "risco de dano irreparável ao interesse público primário", destacando que a Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é responsável "pela assistência hospitalar de alta complexidade em uma vasta circunscrição territorial do Agreste Pernambucano". A decisão também considera que a auditoria concedeu apenas cinco dias úteis para a defesa do hospital, embora a norma do Ministério da Saúde preveja um prazo de 15 dias. Além disso, afirma que, no início da fiscalização presencial, a direção do órgão de auditoria convocou uma coletiva de imprensa em frente ao hospital. Segundo a liminar, a iniciativa promoveu "ampla divulgação midiática de suspeitas de favorecimento político antes mesmo da colheita de qualquer elemento probatório ou de manifestação defensiva". O juiz também determinou que a União comprove, no prazo de dez dias úteis após ser intimada, o…
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