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Jovem usa pulseiras da mãe e repete camisa da 1ª aprovação no Enem: 'Trazem boa sorte e energias positivas'

Destaques 08/11/2026 às 15:42
Jovem usa pulseiras da mãe e repete camisa da 1ª aprovação no Enem: 'Trazem boa sorte e energias positivas'
]]> Jovem usa pulseiras da mãe e repete camisa da 1ª aprovação no Enem O estudante Eduardo Gonçalves Queiroz, de 20 anos, escolheu usar pulseiras presenteadas pela mãe e uma camiseta de 2024 para atrair sorte no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026. O jovem, que presta a prova em Campinas (SP), repete a mesma roupa usada no ano em que conseguiu a primeira aprovação no ensino superior. Os acessórios, segundo Eduardo, são uma forma de manter a mãe por perto, já que os pais são divorciados e ele mora com o pai. "Elas trazem boa sorte e boas energias positivas, já que é o que eu estou trazendo hoje aqui, que eu estou esperançoso pra que eu consiga o curso que eu desejo", afirma o estudante, que busca vagas para fonoaudiologia na Unicamp ou psicologia em outras faculdades. O estudante Eduardo Gonçalves Queiroz, de 20 anos, escolheu usar pulseiras presenteadas pela mãe e uma camiseta de 2024 para atrair sorte no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026. O jovem, que presta a prova em Campinas Livia Mota/g1 A camisa escolhida por Eduardo também tem um significado especial, pois foi usada quando ele foi aprovado no curso que faz atualmente. "É uma roupa que me lembra da prova que eu consegui, de fato, passar na faculdade. É uma maneira que me faz ter mais sorte, me sentir bem mais positivo", conta. Há dois anos, o jovem foi aprovado para cursar o Programa de Formação Interdisciplinar Superior (Profis), curso sequencial de ensino superior da Unicamp. Agora. ele busca vaga em fonoaudiologia na Unicamp ou psicologia em outras universidades. Boneca da irmã Enem 2026: Alisson (à direita) e sua filha, Sophia (à esquerda), levaram uma boneca da irmã mais nova, que não pôde estar presente e pediu que o brinquedo a representasse no dia da prova. Lívia Mota/g1 A estudante Sophia Raniel, de 17 anos, chegou ao local de provas acompanhada do pai, o professor universitário Alisson Albuquerque, e de uma boneca para representar a irmã caçula, Lia, de 5 anos. O pai explica que o carro da família quebrou e, como precisaram usar um transporte de aplicativo, a filha menor não pôde ir junto. "Ela começou a chorar e falou pra gente pelo menos levar alguma coisa que fosse dela…
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