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Jovem que morreu de câncer 10 horas antes da mãe é exaltada: 'Nunca deixou de viver'

Destaques 26/09/2026 às 07:00
Jovem que morreu de câncer 10 horas antes da mãe é exaltada: 'Nunca deixou de viver'
]]> Mãe e filha morrem de câncer em intervalo de 10h: 'Nenhuma queria ver a outra morrer' "Ela nunca deixou de trabalhar. Ela nunca deixou de viver. Ela nunca deixou de fazer as coisas que tinha que fazer." Foi assim que Bárbara Rodrigues dos Santos, de 43 anos, descreveu a forma como Cibele Marchis, de 28 anos, encarou quase três anos de tratamento contra um câncer raro. A jovem e a mãe morreram vítimas da doença em um intervalo de 10 horas, em Mogi Guaçu (SP). Empresária, criadora de conteúdo e estrategista de marketing digital, Cibele seguiu trabalhando, viajando e encontrando os amigos mesmo diante de cirurgias, internações e complicações provocadas pela doença. A jovem morreu por volta das 16h de quinta-feira (24) e a mãe, Maria Elisabete, às 1h58 da madrugada de sexta (25). "Ela não deixou o câncer defini-la. Ela não queria ser conhecida como a Cibele que tem câncer, e sim a Cibele que trabalha, se diverte, vive e está com câncer", recorda Eloá Righi, sócia da jovem. Aos 28 anos, Cibele acumulava 11,7 mil seguidores nas redes sociais, onde compartilhava a rotina que ia muito além do tratamento. Na apresentação do perfil, escolheu frases que resumiam a forma como lidava com a doença: "Rotina real, trabalho e autocuidado", "Fases pedem estratégias diferentes" e "Viver, vivendo com um CA raro". Cibele Marchis, de 28 anos, manteve a rotina de trabalho, viagens e encontros com amigos durante a batalha contra um câncer raro Reprodução/Redes sociais Segundo Bárbara, mesmo nos períodos mais difíceis, Cibele continuou envolvida com o trabalho, participou de eventos, planejou viagens e preservou momentos de convivência com familiares e amigos. No fim de 2025, a família chegou a ser chamada ao hospital diante da gravidade do quadro. Contra as expectativas, porém, Cibele se recuperou. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Após receber alta, voltou a viajar, frequentar a praia e retomar atividades que lhe davam prazer, mesmo convivendo com as sequelas do tratamento. "Ela saiu do hospital e alguns dias depois, foi viver, ela foi para a praia. Ela estava com uma bolsa de colostomia, com um buraquinho da tráquio, e mesmo assim ela quis viver", recordou Bárbara.…
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