Jogadores na nuvem: como a seleção brasileira encurta distância com clubes de vôlei da Europa
esportes18/09/2026 às 19:36
]]> Acompanhamento à distância e mesma língua em quadra: os bastidores da preparação do Brasil No papel, o Maracanãzinho é o palco onde a seleção brasileira de vôlei masculino disputa o Pré-Olímpico em busca da vaga antecipada para os Jogos de Los Angeles 2028. Na prática, o ponto de encontro presencial é apenas a ponta do iceberg de um trabalho que dura o ano inteiro, mesmo quando os atletas estão separados por fusos horários, oceanos e filosofias de jogo completamente distintas. Torcedores montam a escalação dos sonhos da seleção masculina de vôlei Entre atletas atuando no Brasil, na Europa e no Japão, a comissão técnica comandada por Bernardinho montou uma verdadeira operação "em nuvem". A missão? Manter a química do grupo acesa e garantir que todos cheguem à concentração falando rigorosamente a mesma língua tática e física. + Cria de favela do Rio, líbero Pureza estreia no Maracanãzinho e lembra preconceito: "Tentei me podar" + "A grande revelação do ano": conheça Bryan, oposto de 2,04m que estreou como titular do Brasil + Douglas Souza explica ausência no Pré-Olímpico, mira volta à seleção e revela mensagem de Bernardinho Auxiliar técnico do Brasil, Rubinho monitora à distância aspectos médicos, físicos e nutricionais Raquel Vieira/Rachel Guarino O acompanhamento à distância vai muito além de mensagens protocolares. Envolve monitoramento médico, físico, nutricional e, principalmente, presença física quando o calendário permite. Auxiliar técnico de Bernardinho, Rubinho explica como a comissão se divide para cruzar a Europa ao longo da temporada de clubes para ver os atletas de perto. - Existe sempre reuniões, todo mundo em contato e quando os meninos estão fora, a gente busca se organizar pra fazer alguns acompanhamentos dentro da rotina de cada um. Por exemplo, eu fiz um acompanhamento na Itália este ano, porque já tinha saído do campeonato aqui. Tive esse espaço pra ir lá, mas antes o Marcelo (auxiliar técnico) estava trabalhando na Romênia e fez algumas idas na Itália, e conseguiu encontrar os meninos, conversar - conta Rubinho. Nesses encontros, a comissão conversa não só com os jogadores do Brasil, mas estabelece uma ponte diplomática com os próprios…
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