Irmão de mulher encontrada morta em apartamento após um ano lamenta perda: ‘Triste que tenha acontecido’
Destaques07/11/2026 às 09:00
]]> A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Marilene de Fátima Reprodução/Redes Sociais O irmão de Marilene de Fátima, de 53 anos, mulher encontrada morta em avançado estado de decomposição dentro do próprio apartamento, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, lamentou a morte da irmã e disse que a família não conseguiu perceber a situação a tempo. O corpo foi encontrado na quinta-feira (5), depois que o imóvel foi comprado em um leilão. A suspeita é que ela estivesse morta há aproximadamente um ano. "É triste que isso tenha acontecido. Agora, vamos descobrir o que aconteceu. Infelizmente, não conseguimos perceber a tempo. Agora é seguir em frente", lamentou o irmão da vítima que não quis ser identificado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Kalina Poliana, que comprou o imóvel, disse que recebeu autorização do filho da antiga proprietária para entrar no apartamento (veja prédio abaixo). Com a ajuda de um chaveiro, ela conseguiu abrir a porta e encontrou o corpo sobre uma cama, envolto em uma coberta. Prédio onde mulher foi encontrada Reprodução/Redes Sociais Família sem notícias da antiga proprietária Segundo o irmão, a família perdeu o contato com Marilene em outubro de 2025. Na época, ela ligou dizendo que o apartamento havia sido penhorado e pediu R$ 1,8 mil emprestados. Ele respondeu que não tinha o dinheiro. O filho e a irmã de Marilene chegaram a ir até o apartamento para tentar ajudá-la a resolver a situação, mas ela recusou a ajuda. No dia seguinte, Marilene voltou a entrar em contato com a família e pediu outros R$ 400 emprestados. Os parentes, então, tentaram entender o motivo do novo pedido. Segundo o irmão, os familiares procuraram a Caixa para obter informações sobre os procedimentos de penhora de imóveis. Na ocasião, descobriram que a cobrança recebida por Marilene poderia ser um trote. Para ele, a irmã pode ter acreditado na abordagem por estar emocionalmente abalada com a possibilidade de perder o apartamento. “No dia seguinte, ela voltou a pedir dinheiro, dessa vez R$ 400. Depois descobrimos que a Marilene havia sido vítima de um trote. Ela teria acreditado na abordagem porque o…
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