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Jovem Rio News

Investigação sobre celular roubado desarticula esquema de R$ 250 milhões do tráfico

Rio de Janeiro 28/09/2026 às 08:00
Investigação sobre celular roubado desarticula esquema de R$ 250 milhões do tráfico
]]> Um celular roubado durante um assalto em um sinal de trânsito de Fortaleza foi a peça que permitiu à Polícia Civil e ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) desvendar uma organização criminosa que, segundo as investigações, movimentou cerca de R$ 250 milhões com o tráfico internacional de drogas e a lavagem de dinheiro. A apuração revelou ainda a ligação de um policial civil com o grupo, após o número do agente ser encontrado salvo na agenda do traficante Laércio Isidoro do Nascimento Júnior, conhecido como Boss ou Gordão, segundo revelou reportagem do Fantástico, da TV Globo. Golpistas ofereciam viagens, notebooks e descontos em sites falsos para enganar alunos de universidades do Rio Carnaval 2027: Paolla Oliveira volta à Sapucaí como a nova rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense De acordo com os investigadores, a quadrilha atuava como intermediária entre grandes fornecedores de drogas e chefes de facções criminosas, além de utilizar empresas para ocultar a origem de recursos ilícitos. Embora nenhuma droga tenha sido apreendida durante a operação, a Polícia Civil afirma que os integrantes mantinham uma sofisticada estrutura financeira para viabilizar o esquema. Centenas de peças sagradas de igrejas do Rio estão desaparecidas, segundo Iphan 'Vazio enorme': hospital confirma a morte de pizzaiolo baleado na cabeça por PM em Niterói O erro que revelou a organização Segundo a investigação, Boss mantinha dois aparelhos de telefone: um destinado exclusivamente às negociações do tráfico e outro para assuntos pessoais. A estratégia era separar sua identidade dos negócios criminosos. A reviravolta ocorreu quando o celular usado nas transações foi roubado por um motociclista em Fortaleza. Na tentativa de recuperar o aparelho, Laércio passou a utilizar o telefone pessoal — o único que, segundo a polícia, possuía arquivos sincronizados na nuvem. Foi por esse número que ele continuou tratando de carregamentos de drogas e pediu auxílio a criminosos do Ceará, permitindo que os investigadores acessassem conversas e identificassem a rede. Denúncia: MPF diz que TH Jóias negociou com o Comando Vermelho arma usada para derrubar drones O promotor de Justiça Pablo…
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