Infiltrados do PCC: suspeito de movimentar dinheiro para policial civil é preso em Campinas
inicio25/09/2026 às 10:08
]]> Suspeito de movimentar dinheiro para policial civil é preso em Campinas Polícia Militar Um homem de 51 anos suspeito de movimentar dinheiro para um policial civil foi preso nesta sexta-feira (25), em Campinas (SP), na segunda fase da Operação Infiltrados. Deflagrada em junho, a ação apura a atuação de supostos infiltrados do PCC no Ministério Público e na Polícia Civil. Na primeira fase, foram presos um chefe de investigadores da Polícia Civil, um ex-policial civil e um ex-estagiário do MP. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp De acordo com o Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), o homem preso nesta sexta não é policial, mas trabalhava para um dos policiais civis envolvidos no caso. Ele foi alvo de um mandado de prisão temporária e de busca e apreensão. Equipes do 1º Baep fizeram buscas na residência dele, no Jardim Eulina, na Avenida Marechal Rondon. No imóvel, foram apreendidos dois celulares e um caderno de anotações com notas fiscais. O material ficou à disposição do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). O suspeito foi levado ao plantão da 1ª Seccional de Polícia Civil de Campinas e permaneceu preso à disposição da Justiça. O nome completo do alvo não foi divulgado e, por isso, o g1 não conseguiu localizar a defesa dele. O homem foi identificado após a análise de documentos, celulares e notebooks apreendidos na primeira fase. Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ele teria atuado de duas formas: transportando e movimentando dinheiro em benefício do policial civil; fornecendo um celular com chip cadastrado em nome de outra pessoa, usado, em tese, para dificultar a identificação das conversas entre os envolvidos. Agora no g1 Depósitos somam R$ 324 mil Na casa de um dos acusados na primeira fase, foram encontrados comprovantes de depósitos bancários. Parte deles traz, de acordo com o Gaeco, a identificação do homem preso nesta sexta como responsável pelos pagamentos. Os documentos apontam depósitos feitos entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, com valores entre R$ 10 mil e R$ 51,7 mil. Somadas, as movimentações chegam a R$ 324.220. Para o Gaeco, os valores identificados são, em princípio,…
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