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Jovem Rio News

Infiltração no joelho não é solução para todos: entenda benefícios, limites e riscos

inicio 18/09/2026 às 05:00
Infiltração no joelho não é solução para todos: entenda benefícios, limites e riscos
]]> Infiltração no joelho não é solução para todos: entenda benefícios, limites e riscos Adobe Stock Danos às articulações tornam-se mais comuns com o envelhecimento, mas não preocupam apenas os idosos. Trauma, sobrecarga e processos degenerativos atingem diferentes idades e partes do corpo, mas em especial os joelhos, a maior articulação do corpo humano. Em 2019, 365 milhões de pessoas conviviam com a artrose no joelho, a articulação mais afetada pela doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Caminhar, levantar-se e subir escadas dependem dela. Preservar sua mobilidade significa um grande passo para manter a mobilidade e preservar autonomia. Movidas pelo incômodo da dor, muitas pessoas esperam encontrar alívio em um procedimento simples. Essa expectativa não surge por acaso. Ela está associada à publicidade em torno das infiltrações veiculada nas redes sociais, em reportagens e em relatos de pacientes. O discurso destaca histórias de sucesso, novidades e produtos. Raramente, porém, contempla o fato de que essas terapias têm indicações específicas, podem ter resultados e duração variáveis. Os procedimento passam a ser percebidos como uma tacada certa, de efeito completo e aplicável a qualquer joelho dolorido. Corticoide, ácido hialurônico, gel alemão, hidrogel, plasma rico em plaquetas (PRP), células-tronco, BMA e BMAC aparecem como alternativas para o mesmo problema. Não são. Começar pelo produto antes de compreender cada joelho é inverter o raciocínio. Siga o canal do g1 Bem-Estar no WhatsApp Dor no joelho: quando tratar em casa e quando procurar um ortopedista Exercício é parte importante do cuidado Quantas pessoas você conhece que já fizeram diversos tratamentos e continuam com dor? Por que ela sempre volta? Um dos aspectos a serem considerados é o ponto de partida do tratamento. A pergunta a ser feita não é “qual é a melhor infiltração”, mas qual é o problema. Depois, é preciso definir o objetivo do tratamento e a evidência para as terapias a serem aplicadas em cada caso. Parece óbvio, mas nem sempre esse caminho prevalece. Também é fundamental os pacientes saberem que há quatro objetivos possíveis para o tratamento: aliviar sintomas;…
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