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Idosa completa 100 anos e revela segredo da longevidade: 'Dança e um copinho de vinho'

Destaques 20/10/2026 às 10:19
Idosa completa 100 anos e revela segredo da longevidade: 'Dança e um copinho de vinho'
]]> ‘Dança e um copinho de vinho’: Idosa completa 100 anos e revela segredo da longevidade A ciência e o mercado de consumo estão sempre em busca de fórmulas, algumas vezes mirabolantes, para alcançar a longevidade e a qualidade de vida. Ao completar 100 anos, Maria Marquesi Galhardo, moradora de Sorocaba (SP), prova que a receita para viver plenamente e com saúde pode ser mais simples do que o esperado. “O meu segredo é a dança. Danço desde os 10 anos, sempre dancei. Já saí na escola de samba Águia de Ouro, dançava a noite toda. Então, posso dizer que a dança dá muita vida. E, também, um copinho de vinho, que eu sempre tomei e a vida floriu para mim”, diz, em um vídeo feito pela filha, Gislaine Galhardo Egidio. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Nascida em Birigui (SP) em 20 de outubro de 1926, Maria é a quinta de 11 filhos do casal João Marquesi e Maria Garcia, imigrantes que vieram da Itália e da Espanha para morar no interior paulista. Da infância, ela lembra da simplicidade da vida no sítio e do medo que as crianças tinham quando um avião sobrevoava a região. “Morávamos no sítio, brincávamos na areia e ouvíamos falar das guerras, né? Corríamos para dentro de casa com medo dos aviões, achávamos que todos eram aviões de guerra. Havia um senhor que só ele tinha rádio e, no jornal da tarde, contava tudo. Morríamos de medo das guerras”. LEIA TAMBÉM Sem financiamento e com desempenho de motor a gasolina: como estudantes criaram primeiro carro '100% álcool' no Brasil Conheça o médico de Sorocaba que foi 1º goleiro do Palmeiras e ficou conhecido como 'campeão do bisturi' Educação antirracista exige 'desfolclorização' do currículo escolar, aponta pesquisa de professora de Sorocaba Maria conta que a paixão pela dança surgiu ainda na infância, quando acompanhava a família aos bailes. “Eu ia muito aos bailes, meu pai tocava harmônica e ficava feliz quando o chamavam para tocar, ele levava a família inteira”, relata. Foi em um baile que, aos 18 anos, Maria conheceu aquele que seria o marido dela, mas Manoel Galhardo Dias não despertou o interesse da jovem logo de cara. “Conheci o meu marido em 1944, em um baile. Ele pelejou para dançar comigo, eu…
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