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Ídolo do Cuiabá, Bogé marcou único gol pelo clube contra o CRB; relembre

Esportes 26/09/2026 às 18:09
Ídolo do Cuiabá, Bogé marcou único gol pelo clube contra o CRB; relembre
]]> Bogé é eleito pelo torcedor como maior ídolo da história do Cuiabá Bogé não era de fazer gols. Volante de marcação, capitão e um dos principais ídolos da história do Cuiabá, o ex-jogador balançou as redes apenas uma vez com a camisa do clube em seis anos de passagem. E foi justamente contra o CRB. A história aconteceu no dia 3 de agosto de 2014, na Arena Pantanal, em um dos primeiros jogos do estádio pós-Copa. A coincidência vai além do adversário: meses antes, Bogé havia defendido o próprio CRB. Ele chegou ao clube alagoano para o início da temporada, disputou algumas partidas e retornou a Cuiabá em meio a uma situação familiar. — Em 2014 eu estive lá, fiz alguns jogos, só que aí meu irmão faleceu. Eu vim para Cuiabá para o velório e não queria voltar mais para o CRB. Aí o Cristiano também me chamou de volta para o Cuiabá. Bogé relembra gol pelo Cuiabá contra o CRB na Arena Pantanal em 2014 TVCA Bogé voltou para terminar o Campeonato Alagoano e, depois, defender o Cuiabá na Série C do Brasileiro. O reencontro com o CRB aconteceu justamente em um jogo que ficaria marcado na história pessoal do ex-volante. Um gol para o irmão Antes da partida, Bogé recebeu um pedido de Marcelo Toscano, companheiro de equipe. O amigo viu a camisa que ele usaria em homenagem ao irmão e brincou que aquele seria o dia do gol. — Ele viu a camisa da homenagem do meu irmão e falou: "Coloca essa camisa". Eu falei: "Mas eu não faço gol". Ele respondeu: "Você vai fazer o gol". Bogé marcou gol contra o CRB em 2014 Pedro Lima A previsão se confirmou aos 18 minutos do primeiro tempo. Bogé recebeu passe de Marcelo Toscano e, de fora da área, acertou um belo chute para abrir o placar. O gol acabou sendo o da vitória do Cuiabá por 1 a 0. A comemoração teve outro significado. Bogé tirou a camisa para homenagear o irmão e recebeu cartão amarelo. Mais tarde, ainda seria expulso com dois cartões, mas terminou a partida comemorando uma vitória que ganhou um espaço especial na memória. — Fui feliz num belo chute fora da área, onde consegui fazer o gol, homenageando meu irmão. Ele participou de todo o jogo. Meu irmão sempre me acompanhou. A família também estava toda no estádio. Foi um dia…
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