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Ibama multa fazendas em R$ 1,4 milhão por uso de agrotóxicos ilegais e vencidos em região paradisíaca de MS

Destaques 07/11/2026 às 07:00
Ibama multa fazendas em R$ 1,4 milhão por uso de agrotóxicos ilegais e vencidos em região paradisíaca de MS
]]> Ibama multa fazendas em R$ 1,4 milhão por uso de agrotóxicos ilegais e vencidos em MS Agrotóxicos ilegais e produtos vencidos há mais de 15 anos foram encontrados em propriedades rurais próximas a rios da região de Bonito e da Serra da Bodoquena. Uma operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou R$ 1,4 milhão em multas em cinco municípios de Mato Grosso do Sul. Veja o vídeo acima. A fiscalização ocorreu em Bonito, Jardim, Caracol, Porto Murtinho e Bodoquenaos, entre os dias 27 e 30 de outubro, após denúncias de uso de agrotóxicos proibidos no Brasil. Os resultados e detalhes das infrações foram divulgados com exclusividade ao g1 neste sábado (6). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Ao todo, 44 propriedades foram fiscalizadas em Bonito, Jardim, Caracol, Porto Murtinho e Bodoquena. Segundo o Ibama, apenas seis não apresentaram irregularidades. Os agentes emitiram 26 autos de infração, que somam R$ 1.488.172 em multas, além de 36 notificações. Os nomes das fazendas não foram divulgados pelo órgão. Durante as vistorias, os fiscais apreenderam 1.799,4 litros e 638,04 quilos de agrotóxicos vencidos; Alguns produtos estavam fora do prazo de validade desde 2010, há mais de 15 anos; Em uma fazenda às margens do Rio Perdido, perto do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, os fiscais encontraram 1.279 litros de agrotóxicos vencidos, classificados como altamente perigosos ao meio ambiente; Também foram apreendidos agrotóxicos em propriedades próximas ao Rio da Prata, em Jardim, e ao Rio Formoso, em Bonito, dois importantes atrativos turísticos da região. ⚠️ As irregularidades acendem um alerta para os possíveis impactos sobre a biodiversidade e o turismo da região. Caso essas substâncias alcancem os rios, podem afetar plantas aquáticas, insetos e peixes, comprometendo o equilíbrio dos ecossistemas e os atrativos naturais que fazem da Serra da Bodoquena uma referência em ecoturismo. A operação, porém, não comprovou a contaminação das águas. O g1 procurou o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e solicitou esclarecimentos sobre o assunto, mas não obteve retorno até a publicação…
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