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Homem suspeito de intermediar feminicídio de empresária em MG é preso no Tocantins

inicio 23/09/2026 às 14:37
Homem suspeito de intermediar feminicídio de empresária em MG é preso no Tocantins
]]> Morte de Ingrid Emanuelle em Valadares completa um ano; mandante segue foragido Foi preso nessa terça-feira (22), na zona rural de Xambioá (TO), o homem apontado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) como intermediário na contratação dos executores do feminicídio da empresária Ingrid Emanuelle, morta por falsos entregadores em Governador Valadares, em setembro de 2025. Segundo a PCMG, a prisão foi realizada pela Polícia Federal, por meio do Grupo de Capturas em Araguaína, em ação conjunta com a Polícia Penal do Estado do Tocantins. Luiz Carlos de Souza Oliveira já havia sido indiciado no inquérito policial concluído em setembro de 2025. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp De acordo com as investigações, ele atuou como intermediário entre o mandante do crime e os executores responsáveis pela morte da empresária. Ainda conforme a polícia, a localização do investigado foi possível após trabalho de levantamento e análise de informações de inteligência realizado pelas forças de segurança envolvidas na operação. Após o cumprimento do mandado, foram adotados os procedimentos legais cabíveis. Empresária foi morta por falsos entregadores Homem suspeito de intermediar feminicídio de empresária em MG é preso no Tocantins Reprodução/Arquivo Pessoal Ingrid Emanuelle tinha 34 anos, era empresária e mantinha uma loja virtual de semijoias. Ela também era mãe de uma menina de 3 anos. Caso de empresária morta por falsos entregadores em MG completa um ano; mandante segue foragido O feminicídio aconteceu na noite de 10 de setembro de 2025, dentro da casa da vítima, no bairro Parque Olímpico, em Governador Valadares. Segundo as investigações, dois homens se passaram por entregadores para conseguir entrar na residência. Antes do crime, o ex-marido de Ingrid, apontado pela investigação como mandante, teria ligado para ela dizendo que havia pedido um açaí e que a entrega estava a caminho. Os dois executores chegaram à casa usando capacetes e mochilas térmicas de entrega. De acordo com as investigações, Ingrid permitiu a entrada dos homens e chegou a servir água a eles. Depois, foi atacada, teve as mãos amarradas com fitas de nylon e morreu após sofrer…
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