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Homem que incentivou homicídio de jovem por ser gay é condenado a 20 anos de prisão em MG

Destaques 07/10/2026 às 21:38
Homem que incentivou homicídio de jovem por ser gay é condenado a 20 anos de prisão em MG
]]> Polícia conclui que morte de jovem em Patos de Minas foi motivada por homofobia Brayan Rosa de Oliveira, de 19 anos, foi condenado a 20 anos de prisão, em regime inicial fechado, por ajudar e incentivar um adolescente de 17 anos a matar Kennedy Rodrigues Campos, de 26 anos, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Segundo o Ministério Público (MP), o crime foi motivado por homofobia, após a vítima manifestar o desejo de manter uma relação homoafetiva com os autores, em fevereiro deste ano. A sentença, à qual o g1 teve acesso, foi publicada na última terça-feira (6), após cerca de 10 horas de julgamento no Tribunal do Júri. Por meio de nota, a defesa de Brayan afirma que ele é inocente, com base nas provas dos autos e já entrou com recurso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp O nome do adolescente foi preservado por se tratar de menor de idade. Ele teve o procedimento encaminhado ao Juizado da Infância e da Juventude e permanecia apreendido, até a última atualização. A redação aguarda retorno da pasta. Brayan foi condenado por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, além do crime de corrupção de menores. De acordo com a decisão, ele não poderá recorrer em liberdade. Bryan permanece preso desde a decretação da prisão preventiva. Durante o julgamento, a defesa pediu a absolvição por falta de provas e negou que o réu tenha contribuído para a morte de Kennedy. Em depoimento, Brayan afirmou que estava no local apenas para fumar, que não tinha conhecimento de qualquer plano para matar a vítima e que a decisão e a execução do crime partiram exclusivamente do adolescente. Julgamento Kennedy Rodrigues Campos prestava serviços na UPA de Patos de Minas Reprodução/Redes Sociais Durante o júri, foram ouvidas três testemunhas: o delegado responsável pela investigação, um policial militar que atuou no caso e uma vizinha da vítima. Ela relatou ter ouvido uma discussão no apartamento de Kennedy na noite do crime e afirmou que, no dia seguinte, encontrou manchas de sangue no imóvel. Segundo a denúncia do Ministério Público, o adolescente esfaqueou o pescoço da vítima enquanto Brayan a…
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