Homem que estava há 40 anos no corredor da morte é libertado nos EUA após análise de DNA
Destaques29/09/2026 às 09:55
]]> Douglas Stewart Carter, à esquerda na frente, e seu filho Tyler Anger, à direita, saem da Cadeia do Condado de Utah AP/George Frey Um homem de 71 anos, que passou mais de 40 no corredor da morte, foi libertado nesta segunda-feira (28) depois de um exame de DNA mostrar que seu material genético não é correspondente ao encontrado na cena do crime pelo qual ele é acusado. Douglas Stewart Carter, que estava na cadeia desde 1985 pelo assassinato de Eva Olesen, tia de um chefe de polícia, deixou a prisão em Utah, nos Estados Unidos, ao lado do filho, Tyler, e terá que usar uma tornozeleira eletrônica com GPS enquanto aguarda um novo julgamento. Uma análise de DNA recebida pela Justiça no dia 22 de setembro excluiu Carter como possível correspondência ao sangue encontrado em uma maçaneta e ao material genético recuperado do cabo de uma faca usada para esfaquear Olesen, que também foi baleada. Carter saiu da prisão no final da noite, vestindo uma camisa branca e calças de moletom cinza, com os óculos pendurados no pescoço. Seu filho empurrava um carrinho com travesseiros, cobertores e os pertences pessoais de Carter ao lado. O homem sorriu algumas vezes, enquanto tentava esconder o rosto atrás de papéis. Ele não falou com um pequeno grupo de jornalistas do lado de fora da prisão e entrou em um veículo com seu filho e seu advogado de defesa. Um juiz o proibiu de ter qualquer contato com a família de Olesen, que condenou a decisão do juiz. Douglas Stewart Carter, sentado no carro, após ser libertado da Cadeia do Condado de Utah AP / George Frey Derek Pullan, que está à frente do caso de Carter desde que um novo julgamento sobre o crime foi aberto na Suprema Corte estadual, no ano passado, afirmou que o resultado do DNA enfraquece ainda mais a acusação. Nenhuma prova física o ligava à cena do crime, mas o júri condenou Carter, um homem negro, com base na confissão e no depoimento de duas testemunhas que disseram que ele se gabou de ter matado Olesen, que era branca. Essas testemunhas se retrataram posteriormente. Em 2011, ao serem localizadas no México, elas disseram que foram instruídas a mentir no tribunal e que receberam dinheiro e presentes da polícia, que as…
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