Homem mais alto do Brasil volta a andar após ter pernas amputadas e receber próteses sob medida
Destaques02/11/2026 às 00:51
]]> Ninão, homem mais alto do Brasil, volta a andar após ganhar próteses sob medida Ninão, o homem mais alto do Brasil, voltou a andar após receber próteses feitas sob medida. Com 2,37 metros de altura, Joelison Fernandes da Silva, de 41 anos, perdeu as duas pernas após complicações de saúde e agora tenta recuperar a autonomia. O Fantástico acompanhou os primeiros passos do paraibano com os novos equipamentos, criados especialmente para suportar seu tamanho e peso. A adaptação marca uma nova etapa do processo de reabilitação. A altura de Ninão sempre exigiu adaptações na rotina. Em casa, por exemplo, a cama precisou ser modificada para acomodar suas pernas. Sapatos também precisam ser feitos sob encomenda. Ninão conta que teve uma infância tranquila até os 8 anos, quando começou a crescer rapidamente. Sua mãe, Divanilda Fernandes da Silva, percebeu que havia algo diferente quando o filho ultrapassou a altura do irmão mais velho. Joelison Fernandes da Silva, conhecido como Ninão, recebeu diagnóstico de gigantismo aos 14 anos Reprodução/TV Globo Aos 10 anos, ele já tinha 1,70 m, a mesma altura do pai. Aos 14, chegou a 1,96 m e teve o diagnóstico de gigantismo, condição é provocada pela produção excessiva do hormônio do crescimento. Na maioria dos casos, o excesso do hormônio está associado a um tumor benigno, que precisa ser retirado. Na adolescência, Ninão teve medo de passar pela cirurgia e adiou o procedimento. Aos 21 anos, já media 2,29 m. Mais tarde, decidiu fazer a operação, mas cresceu outros 8 centímetros. Chegou a 2,37 metros e passou a ser reconhecido como o homem mais alto do Brasil. Complicações de saúde e amputações Joelison Fernandes da Silva, conhecido como Ninão, é o homem mais alto do Brasil Reprodução/TV Globo O excesso do hormônio do crescimento também pode provocar resistência à insulina. Ninão ficou diabético e teve uma infecção grave no osso de uma das pernas. A primeira amputação ocorreu em 2021. No ano seguinte, ele já conseguia dar alguns passos com uma prótese recebida de uma clínica em João Pessoa. Em 2024, porém, a mesma infecção atingiu a outra perna. Ninão precisou passar por uma nova amputação e ficou sem as duas pernas. "O povo da…
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