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Homem é preso suspeito de chefiar quadrilha que assaltava condomínios de luxo em Niterói; casa de vereador foi um dos alvos

Rio de Janeiro 29/10/2026 às 11:08
Homem é preso suspeito de chefiar quadrilha que assaltava condomínios de luxo em Niterói; casa de vereador foi um dos alvos
]]> A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (28), Cristian Félix Silva Farias, de 26 anos, conhecido como CR, apontado como líder de uma quadrilha especializada em roubos a residências de alto padrão e extorsões em Niterói. Ele foi localizado enquanto almoçava em um bar no bairro de Maria Paula, em São Gonçalo. A prisão foi realizada por agentes da 76ª DP, em cumprimento a um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça. Segundo as investigações, o grupo é suspeito de invadir, em fevereiro, a casa do vereador Beto da Pipa, em um condomínio no bairro de Pendotiba, em Niterói. De acordo com a polícia, quatro homens armados entraram no imóvel na madrugada de 10 de fevereiro, surpreenderam os moradores enquanto dormiam e os amarraram. Enquanto parte dos criminosos rendia a família, os demais reviravam os cômodos e recolhiam celulares, joias e outros objetos de valor. Ainda segundo a investigação, os moradores foram obrigados a fazer transferências bancárias via PIX para contas ligadas a integrantes do grupo. Na fuga, os assaltantes renderam o vigilante do condomínio, roubaram a arma e o celular dele e levaram um dos carros da família. Um dos pontos investigados é que Cristian teria trabalhado na casa do vereador como ajudante de pintor cerca de dois meses antes do roubo. Para os agentes da 76ª DP, a experiência pode ter permitido que ele conhecesse detalhes do imóvel e da rotina dos moradores, informações que teriam contribuído para o planejamento do crime. A polícia também investiga a participação do grupo no sequestro de um comerciante em 19 de fevereiro, nove dias depois do assalto à residência do parlamentar. As diligências buscam esclarecer a atuação de cada suspeito nesse e em outros crimes atribuídos à quadrilha. Modus operandi da quadrilha De acordo com a Polícia Civil, o grupo agia com planejamento prévio e divisão de tarefas. Entre os recursos que seriam utilizados para dificultar a identificação dos envolvidos estão veículos clonados, balaclavas e bloqueadores de sinal de comunicação, conhecidos como jammers. As apurações também apontaram possíveis vínculos dos investigados com criminosos da comunidade da Grota, em Niterói, e com integrantes…
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