Homem é preso com R$ 350 mil em espécie dentro de mochilas em Fortaleza, e PF suspeita de compra de votos
Destaques02/10/2026 às 00:23
]]> Homem é preso com R$ 350 mil em espécie dentro de mochilas em Fortaleza Reprodução. Um homem foi preso em flagrante na posse de aproximadamente R$ 350 mil em espécie, em uma abordagem da Polícia Federal (PF) no bairro Aldeota, em Fortaleza, na última quarta-feira (30). A investigação aponta que o valor é incompatível com a renda do homem, que é suspeito de sacar o dinheiro para realizar compra de votos nas eleições. A defesa alegou que o valor tem relação com o trabalho do cliente, e não com compra de votos. Conforme Auto de Prisão em Flagrante, Douglas Queiroz Farache, de 34 anos, era acompanhado por policiais federais quando chegou a uma agência bancária, acompanhado de outro homem, com mochilas, e realizaram um saque de um grande valor em espécie. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp A PF acompanhou o suspeito e realizou a abordagem a um veículo no cruzamento das ruas Maria Tomásia com Visconde de Mauá. Douglas Farache tentou fugir, causou um acidente com três veículos e colidiu com um poste. No veículo, foram apreendidas duas mochilas com R$ 350 mil. O suspeito foi preso em flagrante. A Polícia Federal pediu à Justiça pela conversão em prisão preventiva. Douglas Queiroz Farache deve passar por audiência de custódia na próxima sexta-feira (2). Ele tem passagens pela polícia por três crimes de estelionato e um furto. Agora no g1 "A locução dos fatos, como apresentada, além de sua gravidade intrínseca, revela disposição concreta de subtrair-se à ação estatal ao custo do risco a terceiros, circunstância relevante para a análise do perigo que a liberdade do conduzido representa à aplicação da lei penal", alegou a Polícia Federal. A PF acrescentou que "Douglas estava na posse de aproximadamente R$ 350.000,00 em espécie, quatro dias antes da realização do pleito eleitoral, circunstância destoante das transações normalmente realizadas por particulares e suspeita em razão do período". O carro de Douglas tinha adesivos de dois candidatos - sendo um a deputado federal e o outro a deputado estadual. Entretanto, a PF considerou que não há "qualquer outro vínculo que demonstre, neste momento, vínculo entre o numerário e campanha eleitoral, sendo necessário…
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