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'História do Crime': Moïse fugiu da guerra no Congo e foi morto a pauladas em quiosque no Rio

Destaques 30/10/2026 às 16:16
'História do Crime': Moïse fugiu da guerra no Congo e foi morto a pauladas em quiosque no Rio
]]> História do Crime Caso Moïse: o congolês que foi morto a pauladas em quiosque do Rio O assassinato do congolês Moïse Kabagambe, em janeiro de 2022, chocou o país. Ele foi espancado até a morte em um quiosque na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Segundo a família, Moïse tinha ido cobrar o pagamento de duas diárias de trabalho que estavam atrasadas. Moïse tinha 24 anos. Ele chegou ao Brasil em 2014 como refugiado político, com a mãe e os irmãos. A família fugia da violência dos conflitos na República Democrática do Congo. "Meu filho cresceu aqui, estudou aqui, todos os amigos dele são brasileiros, mas hoje é vergonha. Morreu no Brasil", disse na época a mãe dele, Ivana Lay. O caso Moïse é o 17º episódio da série "História do Crime", que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do História do Crime, para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. A noite do crime Moïse Kabagambe, morto após cobrar diárias atrasadas em um quiosque na Barra da Tijuca Facebook/Reprodução Moïse trabalhava como diarista em um quiosque na orla da Barra. Na noite de 24 de janeiro de 2022, ele foi atacado por um grupo de homens. Os agressores disseram que ele estava causando tumulto. Em depoimento, Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca contou que trabalhava no quiosque Biruta, onde Moïse tinha começado a trabalhar três semanas antes, depois de sair do Tropicália. Aleson afirmou que agrediu Moïse porque ele estaria perturbando havia dias e estaria muito alcoolizado. Ele reconheceu que exagerou nas agressões, mas disse que não teve intenção de matar. A família contesta essa versão e afirma que Moïse foi ao local para cobrar o dinheiro que lhe deviam. O que as câmeras mostraram Câmeras de segurança registraram o crime. Pouco depois das 22h daquela noite, Moïse, de blusa preta e bermuda vermelha, discute com um funcionário do quiosque, que usa camisa listrada. O funcionário pega um pedaço de pau e se afasta, contornando um freezer amarelo com o nome Tropicália. Moïse pega uma cadeira, abre a tampa da geladeira, pega uma vassoura e depois solta a…
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