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Grêmio x Atlético-MG: como a história de um "santo" fez conectar o Galo com Porto Alegre

Esportes 31/10/2026 às 17:51
Grêmio x Atlético-MG: como a história de um "santo" fez conectar o Galo com Porto Alegre
]]> Idolatria no Grêmio fez Victor inspirar torcedora do Galo Como uma sexta-feira em Porto Alegre e um almoço no shopping mudaram o rumo da história do Atlético-MG em 2012? Foi na capital gaúcha, palco do jogo de ida entre Galo e Grêmio pela semifinal da Copa do Brasil, que reuniões foram fechadas para a contratação do jogador que virou 'Santo' e foi o principal responsável pelo título da Libertadores no ano seguinte. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google A negociação pela contratação do goleiro Victor envolve mistérios, conversas relâmpagos e quase uma reviravolta. O ge conta bastidores da saída do ex-jogador do Grêmio para se transformar em um dos principais ídolos da história alvinegra Um dia agitado em Porto Alegre Em 2012, Victor Bagy era um dos principais nomes do time gaúcho. Estava no clube há quatro anos, titular incontestável, líder do grupo e com grande idolatria por parte da torcida. A sexta-feira, 28 de junho daquele ano, na capital gaúcha, foi certamente um dos dias mais agitados da carreira do gole. Mais notícias do Atlético Como foi a passagem de Renato Gaúcho pela Selegalo O dia em que o técnico do Atlético enfrentou o Grêmio de Ronaldinho Victor com a camisa do Grêmio Grêmio. O defensor treinou normalmente para enfrentar justamente o Galo dois dias depois na cidade. Após a atividade no CT do Grêmio, o nome dele não constava na relação para o jogo. Estava prestes a passar o limite de partidas para se transferir para outro clube do futebol brasileiro. Mas a ideia da transferência começou antes, em 2010. O motivo? A ausência do nome de Victor na lista de Dunga para a Copa do Mundo da África do Sul. No entendimento de Fábio Mello, que cuidava da carreira do jogador, era momento de um novo projeto. ----- A partir do momento da não convocação para a Copa de 2010, com o Dunga de técnico, nós começamos a entender que o ciclo dele no Grêmio estava encerrado. O Kalil e a torcida do Atlético exigiam um goleiro que passasse mais tranquilidade. Naquele momento, comecei a trabalhar o nome dele no clube, com o Maluf (diretor de futebol na época). Começamos um namoro. — Só que o Grêmio não queria vender, e o Atlético estava sem tanta…
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