Governador determina afastamento de PMs envolvidos na morte de secretário de Queimados
Destaques20/10/2026 às 12:49
]]> Secretário da Prefeitura e ex-vereador de Queimados é morto a tiros pela polícia no RJ O governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, determinou o afastamento imediato dos três policiais militares envolvidos na abordagem que resultou na morte do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Queimados, Jefferson Dias da Silva. Jefferson da Linave, de 51 anos, morreu após ser baleado na noite desta segunda-feira (19) na Avenida Brasil, na altura da estação do BRT Marinha Mercante, na Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro. Em nota, o governo do estado lamentou a morte do secretário e afirmou que a gravidade do episódio exige uma apuração "rigorosa, célere e transparente". ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Segundo o governo, a Polícia Civil iniciou imediatamente as investigações para esclarecer as circunstâncias da ocorrência. A perícia foi realizada no local, as armas dos policiais envolvidos foram apreendidas e imagens registradas por câmeras corporais estão sendo analisadas. A Polícia Militar informou que também investiga o caso por meio da Corregedoria-Geral da corporação e afirmou que colaborará integralmente com as apurações. Ainda de acordo com a nota, o governo do estado acompanhará de perto o andamento das investigações e adotará todas as medidas necessárias para garantir o esclarecimento dos fatos e a responsabilização dos envolvidos, caso sejam constatadas irregularidades. Ex-vereador de Queimados morre baleado no RJ. Reprodução LEIA TAMBÉM: Jefferson da Linave era empresário do ramo do mercado imobiliário Vídeos mostram policiais atirando contra carro de secretário PMs disseram que ouviram tiros durante perseguição PM diz que atirou 7 vezes Os policiais militares envolvidos na ocorrência relataram à Polícia Civil que ouviram disparos em diferentes momentos da perseguição pela Avenida Brasil. Um dos agentes afirmou ter feito 7 disparos de fuzil calibre 7,62 mm por ter percebido uma “situação de perigo iminente”. Os relatos constam da portaria que instaurou o inquérito da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a que o g1 teve acesso. O documento afirma que, até o momento, não foi possível…
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