Golpe da biometria: conheça a nova ameaça do mundo virtual e saiba como se proteger
Rio de Janeiro01/11/2026 às 08:00
]]> A identificação por biometria facial é cada vez mais comum nas operações de login, para reforçar a proteção dos usuários de internet. Mas já virou alvo também de bandidos, que se esmeram em burlar mais essa etapa da segurança digital. Para isso, inventam pessoas inexistentes, procuram sósias entre cidadãos comuns, roubam fotos e vídeos e manipulam imagens a fim de se apresentarem como outras pessoas. Casa própria mais cara: Bradesco, Itaú e Santander aumentam taxa de juros do financiamento imobiliário Conta de luz: Aneel mantém bandeira tarifária verde em novembro — Hoje, os ataques miram dois grandes alvos. De um lado, as instituições financeiras, indicando que quadrilhas tentam constantemente burlar o reconhecimento facial para abrir contas em nome de “laranjas”. De outro lado, o cidadão comum, que cai na armadilha da desinformação quando os golpistas clonam a voz e o rosto de autoridades para divulgar falsos investimentos, ou usam o WhatsApp para simular o rosto de parentes pedindo dinheiro urgente. O objetivo final dos criminosos é sempre a monetização imediata, a extorsão rápida e o roubo bancário — diz Anderson Leite, pesquisador sênior de segurança da Kaspersky. Para se protegerem, e a seus clientes, as empresas têm investido no pente-fino tecnológico e na expertise humana. A empresa de tecnologia Certiface já registrou no Brasil mais de 3,6 milhões de rostos com restrições, associadas a tentativas de fraudes de identidade. De maio a setembro deste ano, foram impedidos três ataques por minuto a instituições financeiras, varejistas e outros negócios monitorados por ela. — Normalmente, a validação biométrica é usada por bancos e varejistas pra proteger ações críticas, que podem gerar prejuízo financeiro. As varejistas viraram alvos de fraudadores de biometria pois muitas delas se tornaram fintechs também, com possibilidade de abertura de contas e emissões de cartões. Além disso, os atacantes tentam fazer desvios de mercadorias, alterando endereços de entrega de produtos comprados nas plataformas por pessoas reais — explica o diretor Pedro Tavares. Alta similaridade com identidades já cadastradas, incongruência entre a aparência e informações de gênero e…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.