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Garrafões de água são levados a Banabuiú sob escolta após facção ameaçar comerciantes

Destaques 01/11/2026 às 14:00
Garrafões de água são levados a Banabuiú sob escolta após facção ameaçar comerciantes
]]> População forma filas para comprar água após ameaças de facção contra comerciantes no CE O abastecimento de água mineral passou a ser realizado sob escolta policial neste fim de semana em Banabuiú, no Sertão Central do Ceará, após ameaças de uma facção criminosa provocarem a suspensão da venda de garrafões na cidade. Na manhã deste sábado (31), moradores formaram filas para conseguir comprar a água. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp A nova logística de distribuição conta com o apoio da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e das Forças de Segurança. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) explicou a operação. “A Cagece realiza a coleta dos garrafões com água nos fornecedores e os transporta até o município de Banabuiú. Essa logística conta com o aporte das Forças de Segurança para que essa comercialização seja feita com tranquilidade”. Garrafões começaram a ser levados sob escolta neste sábado (31) Divulgação Ameaças A suspensão do comércio local ocorreu após os lojistas receberem mensagens intimidadoras. Conforme a investigação, as mensagens de extorsão, sob nome "Edital Banabuiú", começaram a circular no dia 19 de outubro. A ação criminosa foi ordenada pela facção carioca Comando Vermelho (CV) e estava assinada pela "Diretoria de Banabuiú". No texto, os criminosos condicionaram a comercialização e a distribuição de água no município à “autorização” da facção. Eles afirmaram que aqueles que descumprissem as ordens “sofreriam as consequências”. Há relatos de cobranças de R$ 750 semanais para estabelecimentos. Prisão de suspeitos e investigação Em resposta às extorsões, as forças policiais prenderam três homens no dia 22 de outubro, suspeitos de cometer o crime de domínio social estruturado. Eles foram identificados como Cícero Kevin Gomes Farias, Francisco das Chagas de Lima da Silva e Carlos Fernando da Silva Andrade. Segundo a polícia, os homens atuavam como agiotas e eram responsáveis por recolher os valores para a organização criminosa. Com o trio, foram apreendidos um revólver calibre 38, munições, seis celulares, um notebook e dinheiro. As investigações continuam com apoio da Polícia Civil do Rio de…
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