França vive novo dia de protestos em meio a temor de confrontos violentos e saques
Destaques31/10/2026 às 10:40
]]> Polícia usa gás lacrimogêneo para dispersar protestos na França A França enfrenta neste sábado (31) uma nova jornada de manifestações contra o custo de vida e em defesa de melhores condições de estudo para estudantes do ensino médio e universitários. O país mobilizou 70 mil policiais e agentes de segurança em todo o território, diante do temor de novos confrontos, após os episódios de violência e saques registrados em 17 de outubro. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Em Paris, a tensão é particularmente elevada. O Conselho de Estado, a mais alta instância administrativa francesa, decidiu durante a madrugada alterar o trajeto da principal manifestação prevista para a capital. O percurso inicialmente anunciado entre Bastilha e Nação, no centro de Paris, foi substituído por um itinerário entre Porta de Bagnolet e Porta de Charenton, na periferia da cidade. A decisão foi tomada diante do que o tribunal classificou como um “risco muito elevado de novos distúrbios graves à ordem pública”. A manifestação havia sido autorizada em parte por um tribunal administrativo de Paris, mas o governo recorreu, e o Conselho de Estado acabou dando razão à prefeitura e ao Ministério do Interior. LEIA MAIS: Multidões protestam na França, Espanha, Itália, Bélgica e Albânia; confrontos incluem bombas, pedras e prisões Protestos na França: governo anuncia quase mil prisões e apreensão de armas Comerciantes se desesperam com saques durante protestos na França O receio é que os protestos deste sábado reproduzam as cenas registradas em 17 de outubro, quando manifestações contra o custo de vida e em apoio às reivindicações estudantis foram acompanhadas por confrontos com a polícia, saques de lojas e incêndios em prédios públicos. A mobilização de 24 de outubro, por sua vez, transcorreu de maneira muito mais tranquila: segundo o Ministério do Interior, 410 mil pessoas participaram dos protestos em todo o país, sendo 110 mil em Paris. Movimento amplia suas reivindicações O movimento reúne grupos de origens distintas, entre eles ativistas dos coletes amarelos, sindicatos e estudantes do ensino médio e universitários. As reivindicações inicialmente se…
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