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Força-tarefa reúne polícia e bombeiros nas buscas por idosa com Alzheimer desaparecida em São Mateus

inicio 25/09/2026 às 16:08
Força-tarefa reúne polícia e bombeiros nas buscas por idosa com Alzheimer desaparecida em São Mateus
]]> Força-tarefa procura por idosa com Alzheimer desaparecida em São Mateus Uma força-tarefa se reuniu nesta sexta-feira (25) para procurar por uma idosa com Alzheimer que desapareceu em São Mateus, no Norte do Espírito Santo. Venilda Kuster Frisso, de 77 anos, é mãe de uma policial penal e sumiu no sábado (19). Além da família, equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Penal, Guarda-vidas e Guarda Municipal foram mobilizadas. As buscas se concentraram em um bosque, na praia de Guriri, em outras áreas de mata e em locais abandonados. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp "Estamos mobilizando as equipes com base no último ponto em que ela foi avistada. Começamos com o raio de 200 metros do local e vamos expandir até encontrar a idosa. Estamos no local, mas também usamos drones para nos apoiar", disse o capitão Davi Pedroza, do Corpo de Bombeiros. LEIA TAMBÉM: SUL DO ES: Três adolescentes são detidos após quebrarem vitrine para furtar joalheria VÍDEO: Jovem chora após ter moto furtada no ES e desabafo viraliza: 'entrei em desespero’ CRIME: Médico é preso suspeito de tocar partes íntimas e fazer comentários sexuais a estudantes adolescentes em Vila Velha Pedroza também afirmou que um cão de buscas usado pelo Corpo de Bombeiros e os helicópteros do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer), da Polícia Militar, também foram acionados para ajudar a encontrar Venilda. O caso Venilda Kuster Frisso, de 77 anos, tem Alzheimer e desapareceu após sair de casa em São Mateus, no Norte do ES Arquivo pessoal Venilda saiu de casa sozinha por volta das 16h de sábado (19). Imagens de câmeras de segurança registraram ela caminhando pelas ruas de Guriri às 19h e seguindo em direção a um bosque. Desde então, não foram encontrados outros registros ou evidências que indiquem para onde ela foi. A família explicou que a idosa faz tratamento para a doença neurológica e não tinha o hábito de sair de casa sozinha, o que aconteceu na data do desaparecimento. "A gente sempre mantém o portão fechado, mas acredito que meu esposo não colocou o cadeado e ela saiu. Dá uma sensação de impotência, de muita fragilidade, de inutilidade por não conseguir achar. 'Tá'…
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