Força Nacional vai permanecer em aldeias indígenas de MS por tempo indeterminado, diz ministro da Justiça
Destaques31/10/2026 às 21:28
]]> Governo federal cria força-tarefa para apurar ameaças contra indígenas em MS A Força Nacional de Segurança Pública, que está realizando patrulhamento em três comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul desde a quinta-feira (29), deve permanecer em tempo indeterminado nas aldeias. A informação foi confirmada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, neste sábado (31). O patrulhamento é feito nas aldeias Sassoró, em Tacuru, aldeia Taquaperi, em Coronel Sapucaia e Limão Verde, em Amambai. Conforme o ministro, 145 agentes estão concentrados nas três comunidades. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A mobilização acontece após denúncias de ameças e violência contra o povo Guarani-Kaiowá. Estão envolvidos no acompanhamento da situação os ministérios dos Povos Indígenas, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e da Cidadania. O Ministério da Justiça também solicitou às corregedorias dos estados e do Distrito Federal o envio de denúncias para centralizar as informações e facilitar as investigações. Força Nacional atua em situações de risco Criada em 2004, a Força Nacional de Segurança Pública reúne policiais militares e bombeiros de diferentes estados, selecionados e treinados para atuar em situações de emergência e reforçar a segurança pública. A equipe pode ser enviada a estados e regiões onde há necessidade de reforço policial, inclusive em situações de conflito em terras indígenas. Nesses casos, a atuação busca preservar a ordem pública, evitar o aumento da violência e proteger as comunidades. LEIA TAMBÉM Após ameaça de envenenamento da água, indígenas de Tacuru relatam medo e insegurança; veja como vivem as comunidades Ameaça de envenenamento da água em Tacuru Lideranças indígenas denunciam ameaça de envenenamento de água em aldeia de MS A mobilização ocorre após a divulgação de áudios com ameaças contra moradores da Aldeia Sassoró, em Tacuru, no sul de Mato Grosso do Sul. As gravações começaram a circular após o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, em grupos de WhatsApp. Em uma das falas atribuídas a um servidor da prefeitura, que não teve o nome divulgado, há referência à possibilidade de…
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